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Agronegócio seguirá como protagonista da nossa economia, diz presidente da Agrishow Fábio Meirelles

A insegurança do produtor rural, em razão da instabilidade política e econômica nacional, tem causado retração em algumas áreas da cadeia produtiva do agronegócio. “Apesar da desaceleração geral ocorrida na economia, todos os indicadores econômicos sustentam que o agronegócio seguirá como protagonista do crescimento do País. Sabemos das dificuldades, mas também sabemos de que forma devemos atuar para atingir resultados que continuem a promover um desenvolvimento sustentável do setor”, pondera o presidente da Agrishow, Fábio Meirelles. A 23ª edição da feira será realizada de 25 a 29 de abril, em Ribeirão Preto (SP).

De acordo com ele, o fornecimento de alimentos a preços competitivos e o crescimento das exportações contribuem para atenuar os efeitos da aceleração da inflação e também para que o declínio da balança comercial não impacte tão profundamente. “Na minha visão, de homem do campo, sei das dificuldades a serem enfrentadas, assim, é necessário que nós caminhemos para uma unidade nacional, com uma visão ampla de políticas adequadas para o setor, a fim de evitar riscos nos âmbitos econômico e social de nossas atividades.”

Presidente emérito da Agrishow, Maurílio Biaggi projeta queda nos negócios durante a feira, mas faz uma ressalva: “Estamos dentro do contexto de uma crise muito forte, mas apostamos em resultados semelhantes ao do ano anterior, o que pode ser considerado um sucesso, lembrando que, em 2015, tivemos uma queda de 30% no faturamento da feira”.

DESEMPENHO

De acordo com a organização da Agrishow, a expectativa é de que, mesmo com os entraves gerados pelo cenário econômico atual, repetir o desempenho de 2015 seria positivo, já que houve faturamento de R$ 1,9 bilhão, embora o registro tenha sido de queda de quase 30% em comparação à edição de 2014.

“Não repetiremos o desempenho de anos anteriores, como em 2013, por exemplo, quando atingimos uma movimentação de negócios da ordem de R$ 2,3 bilhões, mas esperamos uma boa resposta do mercado, pois existem produtores capitalizados e com previsão de manutenção das taxas de juros, portanto, acho que podemos ter uma boa feira”, acredita Biaggi.

Segundo ele, um bom sinal é que, após viver alguns anos de baixa produtividade, desde meados de 2015 a cana-de-açúcar tem vivido um momento de grande evolução. ”Principal cultura da região de Ribeirão Preto, a cana vem demonstrando resultados favoráveis e a perspectiva de crescimento continua para este ano, assim como em relação à soja e ao milho”, diz.

A FEIRA

Considerada um dos motores para o desenvolvimento do agronegócio nacional, a edição 2016 da Agrishow pretende ser um palco de tendências, lançamentos e inovações tecnológicas voltadas aos produtores rurais, com mais de 800 marcas confirmadas, nacionais e internacionais. Os organizadores esperam receber aproximadamente 160 mil pessoas de mais de 70 países, durante os cinco dias de evento.

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