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Em simpósio de produção de bovinos de corte, especialistas fazem prévia de como será a pecuária br em 2020

No encerramento da VIII Jornada do Nespro e do Simpósio Internacional sobre Sistemas de produção de Bovinos de Corte, que ocorreu do dia 24 a 26 de setembro de 2015 em Porto Alegre, os especialistas da área, previram como seria a pecuária brasileira em 2020.

Os envolvidos foram: O pesquisador Sérgio de Zen – da Esalq/USP, Francisco Vila, Luis Kluwe e da Royal agricultural University – de Londres.

Na visão do coordenados do Nespro – Júlio Brascellos, o futuro da pecuária para 2020 – que não se encontra tão distante assim, é igual a um trabalho realizado pelo alfaiate.

Ou seja, os criadores de gado, deverão atuar em um mercado feito, sob medida. O que isso quer dizer?

Que as demandas serão muito específicas. Nesse caso, muito provavelmente, os pecuaristas trabalharão com encomendas, de forma integrada, só que, sem haver um contato fixo com a indústria.

Os bois com 400 quilos, que tenham menos de 24 meses, servirão para mercado interno. Numa espécie de nicho Premium.

Já aqueles animais mais pesados, com 480 quilos, servirão para exportação – estes serão criados a pasto e em confinamento.

Novilhos mais magros, segundo a projeção de Barcellos – deverão desaparecer.

Os touros deverão seguir um padrão mais alinhado ao propósito do mercado e consequentemente, serão muitos mais produtivos do que o são atualmente.

Portanto, os sistemas tradicionais tenderão a desaparecer também. Com a vasta especialização no ramo agropecuário, há uma tendência em aumentar o custo da produção da pecuária, e com isso, o risco.

O coordenador do Nespro foi bem taxativo nesse sentido, informou que para ter o mesmo retorno que foi alcançado em 2014, é preciso que o produtor amplie seus resultados em 20%, até 2020, crescendo assim, 2,5% ao ano, se desejar continuar firme no mercado agropecuário.

O pesquisador Sérgio de Zen, avaliou a visão do mercado em 2020. Segundo ele, diante a realidade do mercado brasileiro, não é possível criar apenas um tipo de cenário.

Um deles, tem a ver com o crescimento e o controle da inflação. Sendo assim, o mercado se torna exigente e qualificado. Se o crescimento for vacilante e com isso a inflação retornar como campeã, o produto passará a ter um perfil commodity – com um preço muito baixo.

No contexto exportação para a agropecuária – Zen pontua que o Brasil precisa seguir o mesmo caminho percorrido pelo Uruguai, adotando as mesmas medidas, agregando dessa forma, maior valor à carne – visando a qualidade e rastreabilidade da mesma.

Fonte portaliatf.com.br

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