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mogno africano cortado

Novo ouro verde o MOGNO AFRICANO pode valer até R$ 2.500 o metro cúbico, Piauí saí na frente

Já falamos dele aqui:

Mogno Africano: espécie de melhor crescimento no Brasil e a mais cobiçada em todo o mundo

E aqui:

Saiba porque o mogno africano é um ótimo investimento, quem diz é uma lenda do agronegócio

Se você não sabe distinguir os tipos de madeira, precisa saber que uma das árvores mais valorizadas no mercado, conhecida como Ouro Verde, o Mogno Africano, quando está em pronta para ser cerrada, tem o custo médio por metro cúbico de R$ 2.500. A árvore cresce rápido e faz móveis de qualidade. A espécie ganha cada vez mais espaço entre os produtores brasileiros.

A busca pelo Mogno Africano deriva do seu alto valor agregado, destacando-se como um promissor investimento, visto que há um déficit por esta nobre madeira no panorama internacional, sendo sua procura cada vez mais requisitada. A adaptabilidade da madeira é muito grande e seu plantio se torna até 20 vezes mais rentável do que a produção do Eucalipto, mantendo o mesmo custo de produção.

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De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Florestas (IBF), Solano Martins Aquino, o Piauí tem potencial de se tornar o Piauí tem potencial de se tornar o maior produtor de Magno Africano do mundo Entre outras características, o Piauí tem muitos pontos favoráveis para o plantio da madeira como o clima, solo e topografia plana, que diminuem os custos de plantação.

“Nós precisamos implantar no Piauí uma quantidade de produção representativa. Hoje o mercado nacional e internacional precisa de volume e quantidade. E se tivermos uma política de disseminar essa oportunidade e angariar novos agricultores o Piauí tem potencialidade de se tornar o maior produtor de Mogno do mundo”, frisa Solano.

Ele justifica que tem propriedade no que fala, pois conhece plantações em países, como a Austrália, com situações de solo totalmente adversas, com solos mais velhos do mundo e através de tecnologias já possuem plantações com mais de 100 mil hectares de produção. A madeira nobre tem como uma das principais vantagens a sua valorização no mercado e também a precocidade de produção, assim o produtor consegue em um prazo relativamente curto suprir a necessidade de madeira nobre, já que a média de crescimento é de 20 anos.

Solano Aquino, ressalta que está disseminando a cultura do Mogno no Brasil, por ser uma espécie que resiste ao ataque de pragas, são comuns em plantios de madeiras nobres. “O Mogno africano tem a vantagem de resistir as pragas comuns no Brasil e ao mesmo tempo tem o crescimento mais rápido. Outra vantagem é que algumas especiais suporta grandes estiagens prolongadas, que são comuns no Nordeste”, afirma. Essas espécies são coletadas na região do deserto do Saara.

O presidente do Instituto Brasileiro de Florestas, destaca que antes de introduzir qualquer tipo espécie em uma região é feito um diagnostico para descobrir qual mais se adapta as condições do local. O trabalho do IBF é realizado há mais de 10 anos estudando o solos de cada estado, em especial no Piauí e para Solano Martins, o momento para investimento na cultura é o mais ideal.

“A nível mundial passamos por uma escassez da madeira nobre, que é explorada através das matas nativas tropicais e o Mogno Africano vem para suprir esse mercado que existe há mais de 500 anos. Essa é uma madeira de excelência, considerada a mais valorizada”, acrescenta.

Saiba como investir

O Mogno Africano tem excelente uso comercial, devido à raridade e beleza da madeira. Além da sua utilização para fabricação de móveis, ela é utilizada também na construção naval e em sofisticadas peças ornamentais. O plantio requer técnicas e cuidados. O IBF fomenta o plantio, oferecendo cursos de produção, visitas técnicas, insumos, manutenção e consolidação das florestas, garantindo todas as informações indispensáveis para o inicio e acompanhamento do plantio.

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O investimento para 1 hectare de florestas de Mogno Africano gira em torno de R$ 20 mil, o que geraria um retorno de R$ 27 mil ao longo do ciclo e podendo gerar um proveito de R$ 500 mil no corte final, que varia entre 16 e 21 anos, com uma produtividade de 350 a 400 metros cúbicos por hectares

Segundo Solano Martins Aquino,  o investidor vai começar a ter a primeira renda a partir do 8º ano de produção. “Nós estamos em busca de produtores e investidores que tenham o interesse de desenvolver a cultura no Piauí”, declarou. O presidente do IBF recomenda que antes de iniciar a plantação com o Mogno africano é preciso realizar um planejamento sobre a correção do solo, fertilização e manutenção da floresta, por isso o Instituto realiza esse trabalho de orientação aos novos investidores.

“Para quem quer trabalhar de uma forma profissional precisa conhecer um pouco mais da cultura do Mogno”, orienta. Para obter mais informações e receber orientação qualificada sobre o plantio do Mogno africano basta acessar o site: http://www.ibflorestas.org.br/.

Fonte: Meio Norte

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