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Produzindo qualidade, fazendas 3R atingiu as melhores médias em leilões de corte nos últimos anos

Para se ter bons preços é preciso investir. Não se faz um animal com excelente ossatura, comprimento de carcaça e bons aprumos, desconsiderando ciência e tecnologia. Ofereço 500 gramas de ração ao dia para cada animal, que junto ao manejo, estimula o rúmem e acresce 1,2 quilos, diariamente. É isso que me faz alcançar recordes consecultivos, sem segredos. A afirmação é do pecuarista Rubens Catenacci, que nesta quinta-feira (14), pelo segundo ano consecutivo realizou o leilão de corte com maior valorização dos animais na Expogrande, comercializando bezerras a R$ 2.020,00 e bezerros a R$ 1.820,00.

“Há mais de três décadas invisto na raça nelore e ainda não vejo limites para o seu desenvolvimento. E apesar de o preço de mercado ainda estar satifatório, o criador precisa entender que sua meta não está no valor da arroba, mas no ofereceimento pela qualidade. Com isso a rentabilidade se eleva consequentemente, devido aos protocolos de bonificação oferecidos pela indústria, que muitas vezes não são utilizadas por falta de empenho da porteira para dentro”, enfatiza Catenacci.

Para o administrador da Fazenda 3R, Rogério Rosalin, todo investimento na pecuária de corte deve estar ligado à precocidade. “O pecuarista nada mais que um agente responsável pela produção da carne que será distribuída no mercado, e para cumprir com o êxito da qualidade seus animais precisam ser encaminhados ao frigoríficos ainda jovens, gerando um carne macia, com características que a faz mais valorizada inclusive no mercad externo, e retorna e forma de lucrativadade para o produtor rural”, detalha.

O empreendedorismo também faz a diferença na realidade da 3R. Além das 500 pessoas que passaram pelo leilão, houveram lances de pecuaristas que estavam em outros estados e fora do país, que puderam acompanhar via TV ou internet. Para atender esse público a propriedade desenvolveu uma ferramenta própria que possa transmitir em um site institucional, ao vivo, o leilão, aumentando a possibilidade de lances e concorrência a cada remate.

Após colocar no mercado 1.500 cabeças de animais com cerca de oito meses de idade, parcelados em três vezes, na sua maioria, os organizadores já divulgaram a próxima edição que será em 18 de maio, na cidade de Camapuã (MS), onde outros 1.500 animais serão ofertados.

Fonte: Diego Silva – Rica Comunicação

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