O Estado do Nordeste deve semear, em 2024/25, 373,7 mil hectares, ante os 365,3 mil hectares previstos em novembro e área 8% maior em relação ao que foi semeado na safra 2023/24, de 346 mil hectares.
A consultoria StoneX revisou para cima sua previsão para a safra de algodão 2024/25 no Brasil. O País deve colher, agora, 3,83 milhões de toneladas da fibra, 0,4% mais ante os 3,81 milhões de toneladas previstas na estimativa de novembro. Em comparação com a safra 2023/24, quando foram colhidos 3,62 milhões de toneladas, há avanço de 5,6%.
O ajuste para cima, conforme a consultoria, se deu pelo aumento da área plantada na Bahia, de 2,3% em comparação com novembro. O Estado do Nordeste deve semear, em 2024/25, 373,7 mil hectares, ante os 365,3 mil hectares previstos em novembro e área 8% maior em relação ao que foi semeado na safra 2023/24, de 346 mil hectares.
A StoneX comenta ainda que, embora algumas áreas já tenham começado a ser plantadas com algodão, a maior parte da safra segue aguardando a colheita da soja no Centro-Oeste. “Com a ajuda do clima, a perspectiva é de que o plantio de algodão na segunda safra não seja muito afetado no começo de 2025”, complementa a consultoria, em nota. “Ainda assim, o monitoramento do clima nas regiões produtoras será essencial nos próximos meses.”
Quanto à oferta e demanda, o Brasil deve encerrar 2024 embarcando 2,8 milhões de toneladas de algodão. “Por mais que o ritmo de exportação tenha ficado um pouco mais fraco no fim de novembro, o que tem sido visto nos portos ao longo do mês de dezembro é animador”, diz o analista de inteligência de mercado do grupo, Raphael Bulascoschi, na nota.
“Há a perspectiva de que o Brasil consiga embarcar próximo das 370 mil toneladas no mês de dezembro, o que garantiria a conclusão do ano dentro das estimativas.”
Já a perspectiva de consumo doméstico segue favorável, dadas as perspectivas para a economia no ano que vem, fazendo com que o número de demanda interna se mantenha nas 720 mil toneladas para 2025, ganho de 40 mil toneladas em comparação com 2024. Com os ligeiros ganhos de produção trazidos na estimativa deste mês e mantidos os números de uso total, pode-se esperar estoques finais próximos das 2,7 milhões de toneladas, conclui a StoneX.
Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Para isso é só entrar em nosso grupo do WhatsApp (clique aqui) ou Telegram (clique aqui). Você também pode assinar nosso feed pelo Google Notícias.
Vendas de máquinas e equipamentos têm queda de 13,6% em fevereiro, diz Abimaq
No mercado interno, a receita caiu 18,8% ante fevereiro de 2025, para R$15,1 bilhões. O consumo aparente retraiu 14,2%, para R$29 bilhões.
Continue Reading Vendas de máquinas e equipamentos têm queda de 13,6% em fevereiro, diz Abimaq
Governo tem déficit de R$ 30 bilhões em fevereiro
Apesar do saldo negativo, houve melhora em relação ao mesmo mês de 2025, quando o rombo foi maior: R$ 31,598 bilhões.
Continue Reading Governo tem déficit de R$ 30 bilhões em fevereiro
Faesc apoia pesquisa sobre a presença de javalis nas zonas rurais
A situação preocupa a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Carina (Faesc) porque, além de danificar plantações, os javalis são agressivos.
Continue Reading Faesc apoia pesquisa sobre a presença de javalis nas zonas rurais
Alta dos fertilizantes pressiona agro e setor cobra ação urgente do governo federal
Sindiadubos-PR estima queda de até 15% no mercado nacional de fertilizantes em 2026 por conta das guerras no Irã e na Ucrânia, cobrança de PIS/COFINS e MP do frete mínimo.
Continue Reading Alta dos fertilizantes pressiona agro e setor cobra ação urgente do governo federal
StoneX mantém estimativa para a safra de algodão 2025/26, mas eleva perspectiva para exportação
Volume a ser exportado em 2026 foi reestimado para cima, 3,1 milhões de toneladas, fruto do volume colhido no ciclo anterior.
Batata de baixo carbono começa a ser colhida no Brasil e pode mudar a lógica da produção no campo
Projeto da batata de baixo carbono no Paraná une produtor, indústria e multinacionais para reduzir emissões, aumentar produtividade e transformar uma das cadeias mais intensivas do agro





