Com preço de quase R$ 700 mil, caminhonete gigante mistura luxo extremo, força de caminhão e capacidade absurda de reboque — e virou símbolo do sucesso da cantora.
A cantora Ana Castela voltou a chamar atenção nas redes sociais — desta vez, não por um lançamento musical, mas por uma aquisição de peso literal e financeiro. A artista revelou aos fãs a compra de uma caminhonete de alto padrão avaliada em cerca de R$ 679.990, reforçando sua imagem ligada ao universo agro e ao estilo “boiadeira raiz”.
O modelo escolhido foi a Ram 3500 Limited Longhorn 2026, considerada atualmente a versão mais sofisticada e robusta da linha da marca no Brasil. A caminhonete combina características de veículo de trabalho pesado com acabamento digno de carro de luxo — um segmento cada vez mais valorizado no agronegócio brasileiro.
Mais do que status, a Ram 3500 é uma máquina voltada para uso real no campo. O modelo comprado por Ana Castela se destaca por dimensões e capacidades fora do padrão das picapes convencionais:
- Mais de 6 metros de comprimento, com porte próximo ao de caminhões leves
- Capacidade de carga de até 1.599 kg
- Capacidade de reboque de até 9.079 kg, ideal para trailers, cavalos e implementos agrícolas
Esse perfil explica por que o veículo é amplamente utilizado por produtores rurais, criadores de cavalos e operadores do agro, que precisam de força e resistência no dia a dia.
A caminhonete conta com motor gigante e engenharia reforçada
Debaixo do capô, a picape entrega números impressionantes:
- Motor Cummins 6.7 turbodiesel
- 436 cavalos de potência
- Torque de aproximadamente 1.458 Nm (148,7 kgfm)
A linha 2025/2026 passou por atualizações importantes, incluindo melhorias em componentes como bloco, cabeçote e sistemas de admissão e escape — mudanças que aumentam eficiência e durabilidade.

Além disso, a picape conta com:
- Tração 4×4 com reduzida
- Modos de condução: 4×2, 4×4 High e 4×4 Low
- Controle eletrônico voltado para uso em diferentes terrenos
Luxo de SUV premium dentro da cabine da caminhonete
Se por fora a Ram 3500 é bruta, por dentro ela entrega um padrão elevado de conforto:
- Central multimídia de 14,5 polegadas, uma das maiores do segmento
- Painel digital de 12,3”
- Bancos com ventilação, aquecimento e função de massagem
- Acabamento em couro e madeira, com inspiração no estilo country
- Sistema de som premium Harman/Kardon com 16 alto-falantes e 750W
O conjunto posiciona o modelo como uma das picapes mais luxuosas do país, competindo com SUVs de alto padrão.

Um detalhe importante: para dirigir a Ram 3500 no Brasil, é necessário ter CNH de categoria C ou superior, devido ao peso e características do veículo.
Esse fator reforça que não se trata de uma picape comum — mas sim de um veículo híbrido entre utilitário e caminhão leve.
A compra da caminhonete também carrega um significado simbólico. Ana Castela fez questão de destacar que o veículo foi adquirido com recursos próprios, fruto de sua trajetória no sertanejo.
Além disso, a escolha do modelo reforça sua identidade com o universo rural — um dos pilares de sua imagem pública e conexão com o público do agronegócio.
Mais do que um carro, a Ram 3500 representa força, independência e status dentro e fora da porteira.
O crescimento das picapes heavy duty no país está diretamente ligado a três fatores:
- Expansão do agronegócio, que demanda veículos mais robustos
- Busca por versatilidade (trabalho + luxo)
- Valorização do estilo “agro premium”
Nesse cenário, modelos como a Ram 3500 deixam de ser apenas ferramentas e passam a ser símbolos de poder econômico e identidade rural moderna.
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