A Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga reforça seu compromisso com a segurança e a cultura do cavaleiro, além de apoiar ações em favor do bem-estar animal
A Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Manga Larga (ABCCRM) é uma das entidades mais representativas da raça de cavalos de marcha e sela e se manifesta pela cultura do uso do chapéu como símbolo do cavaleiro. Em nome de toda a diretoria da entidade e seus associados, Fernando Tardioli Lúcio de Lima, presidente da ABCCRM, afirma que o chapéu é listado na Norma Regulamentadora 31 (NR-31) como equipamento de proteção individual contra radiação solar e intempéries.
Diante de notícias circuladas recentemente de que a NR-31 obrigaria o uso do capacete como Equipamento de Proteção Individual no trabalho dos profissionais, Tardioli afirma que “que o chapéu está listado na norma como equipamento de proteção individual e desempenha proteção efetiva contra sol, chuva e calor, que fazem parte da rotina de montaria“.
De acordo com a legislação, os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) devem ser adotados conforme os riscos específicos de cada atividade, após análise técnica das condições de trabalho. Ou seja, as atividades de montaria em padrões seguros praticados pelos criadores, apresentadores e profissionais da Raça Mangalarga em geral, portanto, não correspondem à obrigatoriedade do uso do capacete. “Chamamos atenção, no entanto, aos criadores e trabalhadores rurais para o Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural (PGRTR), que os orienta a identificarem riscos reais de cada operação e adotarem EPIs adequados, sem generalizações que desconsiderem a realidade do campo e da equitação”, afirma Tardioli.
Sobre a ABCCRM
Fundada em 25 de setembro de 1934, a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga mantém suas atividades em uma sede renovada no Parque da Água Branca, em São Paulo, SP, onde oferece infraestrutura funcional, condições ideais para atividades técnicas e culturais dos associados, além de um ambiente propício para convivência daqueles que têm o compromisso com a preservação da raça Mangalarga. As diretrizes da associação envolvem a promoção do bem-estar animal, o incentivo à produção científica e o desenvolvimento sustentável da equinocultura brasileira.
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ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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