Couro: exportação começa bem o ano

A China, a Itália e o Vietnã foram os principais destinos do couro brasileiro

A cotação do couro verde não mudou em relação a janeiro. Na região Central do Brasil, o couro verde de primeira linha foi negociado a R$0,60/kg, e o couro comum foi cotado em R$0,50/kg. No Rio Grande do Sul, a cotação também não mudou, com o couro verde sendo comercializado em R$0,90/kg.

Todos os preços são à vista, sem bonificação e sem ICMS.

Exportação

No primeiro bimestre, o volume exportado aumentou, com exceção das aparas. A exportação do couro wet blue aumentou 31,4% em volume, seguido pelo couro salgado e pelo couro acabado (figura 1).

Figura 1. Exportação de couro, em mil toneladas, no primeiro bimestre de 2026.

Fonte: Secex | Elaborado por Scot Consultoria

O faturamento, consequentemente melhorou. O faturamento com o wet blue em fevereiro foi de US$39,1 milhões, aumento de 33,5% frente a janeiro.

Figura 2. Exportação de couro em milhões de dólares, em janeiro e fevereiro de 2026.

Fonte: Secex | Elaborado por Scot Consultoria

A receita com o couro acabado foi de US$33,6 milhões. A China, a Itália e o Vietnã foram os principais destinos do couro brasileiro.

Figura 3. Participação dos três principais destinos do couro brasileiro por volume em fevereiro de 2026.

Fonte: Secex | Elaborado por Scot Consultoria

*Outros países: Hong Kong, Espanha, Estados Unidos, Indonésia, Índia, Tailândia, México, Camboja, Colômbia, Coreia do Sul, República Dominicana, Uruguai, Alemanha, Peru, Equador, Reino Unido, Eslováquia, Polônia, Argentina, Turquia, Malásia, Guatemala, Portugal, Países Baixos (Holanda), Japão, Tunísia, Bangladesh, Noruega, Hungria, África do Sul, Venezuela, Filipinas, Chile, Canadá, França, Lituânia, Austrália, Croácia, Dinamarca, Singapura, Paquistão, Marrocos, Áustria e Paraguai.

Conclusão

Os dados do primeiro bimestre indicam um início de ano favorável para a exportação de couro. Mesmo com a estabilidade das cotações no mercado interno, o aumento do volume embarcado evidenciou a sustentação da demanda internacional pelo produto brasileiro.

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ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira

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