Para o Brasil, o fenômeno deve causar choque climático desuniforme: tende a aumentar o risco de seca na faixa norte do Norte e Nordeste e favorecer maiores volumes de chuva no Sul.
A atuação do El Niño em 2026 foi confirmada pela Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês). Para o Brasil, o fenômeno deve causar choque climático desuniforme: tende a aumentar o risco de seca na faixa norte do Norte e Nordeste e favorecer maiores volumes de chuva no Sul.
Já em partes do Centro-Oeste e do Sudeste, os efeitos tendem a aparecer mais como irregularidade das chuvas, maior frequência de períodos secos e temperaturas elevadas.
Segundo pesquisadores da Equipe de Pecuária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, a leitura mais adequada é tratar o El Niño 2026 como um fator de aumento da volatilidade climática e produtiva, com impactos regionais bastante distintos.
Fonte: Cepea
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ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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