Equador autoriza a importação do Brasil de novos produtos bovinos e de aves para nutrição animal. Saiba como o acordo beneficia o agronegócio em 2026
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou a conclusão bem-sucedida das negociações com o governo equatoriano, resultando na abertura comercial para itens estratégicos da nossa indústria de reciclagem animal.
A partir de agora, o país vizinho permite a importação do Brasil de novos produtos bovinos e de aves, especificamente a farinha de vísceras de aves e a farinha de sangue bovino, componentes essenciais para a fabricação de rações de alta performance.
Expansão comercial e a importação do Brasil de novos produtos bovinos e de aves
A decisão das autoridades sanitárias do Equador representa um avanço significativo para o setor de insumos brasileiros. Ao autorizar a importação do Brasil de novos produtos bovinos e de aves, o mercado equatoriano passa a absorver subprodutos que possuem alto teor proteico, elevando o patamar de competitividade das empresas nacionais que atuam no segmento de alimentação animal.
Segundo informações oficiais do Mapa, essa nova frente de exportação é uma ferramenta de agregação de valor às cadeias produtivas. Em vez de tratar esses subprodutos como resíduos, a indústria brasileira os transforma em ativos de exportação, o que aumenta a eficiência econômica de frigoríficos e unidades de processamento de carne em todo o território nacional.
Fortalecimento do comércio bilateral e dados do setor
A relação comercial entre as duas nações vive um momento de consolidação. A importação do Brasil de novos produtos bovinos e de aves pelo Equador é sustentada por um histórico de transações robustas. No acumulado de 2025, as exportações agropecuárias brasileiras para o mercado equatoriano ultrapassaram a marca de US$ 346 milhões.
Até então, a pauta exportadora era dominada por:
- Papel e celulose;
- Cereais diversos;
- Café em grãos e solúvel.
Com a inclusão das farinhas de origem animal, a expectativa é que o fluxo financeiro cresça, aproveitando a infraestrutura logística já estabelecida.
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ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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