Estudo inédito revela vantagem ambiental dos insumos biológicos frente aos químicos

Bioinsumos como o Bombardeiro da Biotrop reduzem em até 65% as emissões de CO2, unindo alta produtividade e sustentabilidade no campo

De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a agricultura é o setor mais frequentemente associado a perdas econômicas relacionadas aos impactos climáticos. Nesse cenário, os bioinsumos ganham protagonismo ao demonstrar que é possível aliar produtividade à redução significativa do impacto no planeta.  

Estudo conduzido pelo Bureau Veritas avaliou a pegada de carbono do Bombardeiro, biofungicida multissítio da Biotrop. A análise considerou o tratamento de um hectare ao longo de um ciclo completo e comparou suas emissões às de dois fungicidas químicos de princípios ativos amplamente utilizados no mercado.  

O biofungicida da Biotrop apresentou pegada de carbono de 6,61 kg de CO₂ por hectare tratado, enquanto os fungicidas químicos avaliados registraram 13,8 kg de CO₂/ha (ingrediente ativo: Mancozebe) e 18,80 kg de CO₂/ha (princípio ativo: Clorotalonil). Na prática, isso representa redução de até 65% nas emissões de gases de efeito estufa quando comparado ao manejo químico convencional.  

O impacto climático foi mensurado pelo indicador GWP100 (Potencial de Aquecimento Global em 100 anos), que converte todas as emissões de gases de efeito estufa em valor equivalente de CO₂.   Segundo Aramis Camargo, Gerente de Sustentabilidade da Biotrop, a análise contemplou todas as etapas do ciclo de vida dos produtos, incluindo fabricação, embalagens, transporte, manufatura e aplicação, em conformidade com as normas ISO 14044 e ISO 14067.  

“A pegada de carbono, inclusive no contexto dos produtos agrícolas, não pode ser negligenciada em nenhuma circunstância. O CO₂ gerado ao longo das atividades produtivas do setor agropecuário permanece na atmosfera por séculos e é o principal responsável pelo aquecimento global”, ressalta Camargo. “Nesse sentido, quanto menor for a pegada de carbono de um produto ao longo de toda a sua cadeia maior será sua contribuição efetiva para a proteção do meio ambiente e para a redução dos impactos do aquecimento global”.  

Formulações à base de microrganismos vêm apresentando desempenho agronômico comparável ou, em muitos casos, superior ao manejo químico tradicional. Dessa forma, as tecnologias biológicas consolidam seu papel na regeneração do solo e no equilíbrio dos sistemas agrícolas, ao combinar ciência aplicada, eficiência agronômica e menor impacto ambiental em resposta à crescente demanda por práticas produtivas e sustentáveis.

Sobre a Biotrop

De origem brasileira e com atuação integralmente voltada a soluções biológicas e naturais para o agronegócio, a BIOTROP é reconhecida entre as líderes do segmento. Guiada por um forte DNA de inovação, conta com Centros de pesquisa no Brasil e no exterior, além de modernos Centros Avançados de Multiplicação de Microrganismos em Curitiba (PR) e Jaguariüna (SP). Com uma ampla rede de distribuidores parceiros no Brasil e em forte expansão internacional, oferece aos agricultores de diferentes países tecnologias que impulsionam uma agricultura sustentável, produtiva e rentável. Desde 2023, integra o Grupo BioFirst, líder global em tecnologias biológicas e naturais, presente em mais de 70 países. Mais informações: https://biotrop.com.br/

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ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira

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