Com auxílio da assistência técnica, o pecuarista Cristino Ferreira Rodrigues, começou a produzir a alimentação do rebanho para o período de seca e aumentou os cuidados na sala de ordenha.
Alegria. Este é o nome do sítio de 74 hectares, no município de Pontes e Lacerda (MT), onde o produtor rural Cristino Ferreira Rodrigues e sua família conseguiram aumentar em 49% a produção de leite no período de três anos. Na média, o aumento de leite produzido pelas vacas em lactação subiu 22,9%.
O criador conta que o resultado foi obtido através do programa de Assistência Técnica e Gerencial, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT), onde a família, composta pela esposa, Luana Beatriz, o pai, Uilton Francisco, e a mãe, Maria de Fátima, mudou a forma de ver a cadeia produtiva do leite e passou a investir na diversificação das atividades dentro da propriedade.
Na média, o aumento de leite produzido pelas vacas em lactação subiu 22,9%.
“Passamos a produzir comida para o tempo da seca e, assim, nosso rebanho está sempre bem alimentado e mantém uma boa média de produção ao longo de todo o ano”, afirma.
Para ele, a alimentação do rebanho e a manutenção da higiene da sala de ordenha eram as principais dificuldades que enfrentavam no dia a dia.
“Investimos na produção de comida e aprimoramos os cuidados com a sala de ordenha, o que gerou uma melhora considerável na qualidade do leite”, comenta.
- Preço de referência do leite é projetado em R$ 2,0966
- Bebedouro com bico reduz mamada cruzada e melhora o desempenho de bezerros no campo
- Vacas de alta produção leiteira exigem manejo específico para enfrentar o verão
- Mais caro que muitos vinhos: o leite de jumenta pode transformar o agro brasileiro
- Prova de Leite a Pasto vai selecionar as melhores novilhas zebuínas leiteiras
Outro resultado que chama a atenção foi o aumento da produção de leite por dia das vacas em lactação, que foi de 29,9%. Cristino contou ainda que o aumento do rebanho foi de pouco mais de 20 animais.
“Preferimos ter um rebanho menor com animais de mais qualidade e maior produtividade”.
Fonte: Canal Rural