Em 2024, a avicultura de corte nacional enfrentou desafios, mas encerrou o ano de forma positiva. O setor foi impulsionado por preços elevados da carne e do animal vivo, reflexo de uma oferta controlada e de demandas internas e externas aquecidas.
O ano de 2024 foi desafiador, mas, no balanço, foi positivo para o setor de avicultura de corte nacional. Esse cenário foi favorecido sobretudo pelos maiores preços de comercialização da carne e do animal vivo, que, por sua vez, tiveram suporte vindo da oferta mais controlada e das aquecidas demandas interna e externa.
Além disso, as quedas nos preços de importantes insumos utilizados na atividade avícola nacional reforçam o contexto positivo ao setor neste ano. Dentre os desafios estiveram, em termos globais, os aumentos nos casos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em muitos países.
No Brasil, obstáculos foram registrados sobretudo no Rio Grande do Sul, como as enchentes entre o encerramento de abril e início de maio e a confirmação, em meados de julho, de um foco da doença de Newcastle em uma granja comercial de frangos localizada no município de Anta Gorda (RS), na região do Vale do Taquari – vale lembrar que, após 90 dias, no final de outubro, a Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa) reconheceu o fim da doença.
Do lado da oferta, dados do IBGE mostram que, de janeiro a setembro, 10,2 milhões de toneladas de carne de frango foram produzidas no Brasil, com pequena alta de 1,5% frente ao mesmo período de 2023. Do lado da demanda, no mercado doméstico, depois de perder a competitividade frente à carne bovina em 2023, o frango voltou a ganhar espaço em 2024, sobretudo na segunda metade do ano.
Front Externo
Quando considerados os dados da Secex até a parcial de dezembro, os embarques brasileiros de carne de frango de 2024 já superaram as 5,15 milhões de toneladas registradas em 2023, renovando, portanto, mais um recorde.
Fonte: Cepea
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