Identificação individual é vital no melhoramento genético

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veterinario brincado animal no brete
Foto: Marcio Peruchi

Ao identificar o gado, o pecuarista avança no controle das características produtivas e reprodutivas de cada ‘indivíduo’

A contínua evolução da produtividade na pecuária depende da adoção de tecnologias que estão surgindo em maior escala. Como ocorre na agricultura, modernidade e inovação têm sido cada vez mais empregadas na gestão dos rebanhos bovinos nas diversas regiões do Brasil, cujo plantel é de 224,6 milhões de cabeças, segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Uma dessas tecnologias é o tronco de contenção – equipamento que contém o animal com segurança, evitando práticas ultrapassadas, proporcionando conforto e contribuindo para a eficiência e lucratividade do negócio. Essa tecnologia é útil em diversos procedimentos, como castração, coleta de sangue, vacinação, aplicação de medicamentos, inseminação artificial, verificação de prenhez, tratamento de cascos, exames e dezenas de atividades, inclusive a identificação individual dos animais.

“O pecuarista que faz a identificação individual dos seus animais deixa de trabalhar no que chamamos de ‘achismo’ e passa a usar dados para avaliar o desempenho zootécnico. Isso resulta em maior confiabilidade das informações geradas na fazenda, o que incontestavelmente melhora o processo de tomada de decisão”, destaca Fraine Alessio, zootecnista da Coimma.

Ao identificar o gado, o pecuarista avança no controle das características produtivas e reprodutivas de cada ‘indivíduo’, além de receber informações sobre os manejos já realizados. Esse procedimento também possibilita a rastreabilidade, facilitando diversos processos, como localização, ganho de peso, histórico sanitário e outros.

Todas as informações coletadas devem ser passadas de forma precisa para o sistema de gerenciamento, seja ele um software ou uma planilha de controle. “Isso é muito importante, pois informações inconsistentes ou registros imprecisos levam a erros nas análises econômicas e nas avaliações genéticas”, diz a zootecnista.

Na pecuária, convivem diversas formas de marcação dos animais. “Seja qual for o método adotado, é necessário destacar que, para evitar erros, lesões e outras dificuldades no procedimento, o uso do tronco de contenção é imprescindível”, salienta Fraine.

Para viabilizar a realização de procedimentos como a identificação de bovinos, a Coimma – empresa líder no mercado de troncos e balanças para pecuária – colabora com pecuaristas do Brasil e de outros países com modernos equipamentos de contenção. “As pescoceiras emborrachadas, almofadas laterais e amplo acesso do colaborador ao animal, características dos nossos equipamentos, são diferenciais que facilitam os procedimentos diários nas fazendas, incluindo a marcação”, comenta a especialista.

Tronco hidráulico da Coimma, o Megatron foi desenvolvido para proporcionar ainda mais conforto, produtividade e eficiência para os animais. Ele inclui assoalho antiestresse, diversas janelas de acesso, portão lateral, dispositivo castrador e portão protetor de coice, recursos que contribuem para procedimentos cada vez mais seguros e com bem-estar. Afinal, como explica a zootecnista, “o pecuarista que não identifica seus animais não obtém progresso genético contínuo em seu rebanho, pois não tem controle dos índices zootécnicos. Dessa forma, fica impossível ser assertivo nas decisões”.

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