O sorgo é um dos grãos usados para a nutrição animal. Ele é um substituto para o milho, por também ser fonte de energia.
Com menos destaque, um grão tem ganhado espaço na agricultura brasileira: o sorgo. Em 2023, a colheita nacional crescerá por volta de 50% pela segunda safra seguinte. A produção supera, por exemplo, a colheita de feijão.
A estimativa da a safra de feijão para 2023, base da dieta alimentar do brasileiro, é de 3 milhões de toneladas. A colheita de sorgo, por sua vez, deve chegar a 4,6 milhões de toneladas. Quatro anos antes, a produção girava em cerca de 2,2 milhões de toneladas.
Sorgo, um substituto ao milho
O sorgo é um dos grãos usados para a nutrição animal. Ele é um substituto para o milho, por também ser fonte de energia na dieta de aves, suínos e até bovinos. Além disso, a produção dessa cultura é menos cara que o cultivo dos milharais, afirmou o presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA.

“Esse grão é menos exigente em água do que o milho”, disse. De acordo com Arioli, o cultivo também pode ser feito como uma segunda safra, em áreas onde se planta a soja. O Centro-Oeste é a região com a maior produção do país. Contudo, diferentemente do que ocorre com o milho e a soja, o destaque não é Mato Grosso. Goiás, é líder regional e nacional dessa cultura.
As lavouras do Centro-Oeste devem gerar 2,2 milhões de toneladas dessa cultura na temporada em curso. Por volta de 1,5 milhão de toneladas virão dos campos goianos. No Sudeste, que tem a segunda maior colheita regional, a produção vai fechar em 1,6 milhão de toneladas, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento.
O mercado interno é o maior cliente da produção nacional do agronegócio brasileiro. A exportação ainda é incipiente. Em 2022, por exemplo, apenas o Japão importou o sorgo produzido pelo Brasil.
Fonte: Revista Oeste
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