Quando o manejo é inadequado, especialmente na segunda safra, onde o ciclo é encurtado, os impactos podem ser significativos.
A atenção ao manejo no início do plantio é um dos fatores mais importantes para obter sucesso produtivo na agricultura. É nessa fase que as plantas começam a se desenvolver e, por isso, a adoção de boas práticas definem o quanto de seu potencial produtivo será explorado ao longo do cultivo. Água, temperatura, qualidade do solo e pressão de pragas podem influenciar diretamente o estabelecimento da lavoura. Quando o manejo é inadequado, especialmente na segunda safra, onde o ciclo é encurtado, os impactos podem ser significativos. Por isso, é importante adotar estratégias que promovem o desenvolvimento mais uniforme e saudável das plantas.
Nesse cenário, os bioestimulantes ganham destaque como aliados importantes no campo. Essas tecnologias estimulam processos naturais das plantas, reduzem os impactos de estresses bióticos e abióticos e promovem equilíbrio fisiológico superior. Na prática, isso resulta em plantas mais fortes, com maior capacidade de absorver nutrientes e de se desenvolver adequadamente, o que contribui para ter uma lavoura mais produtiva.
Em pleno crescimento, o mercado dos biossoluções conta com duas modernas tecnologias para o manejo inicial dos cultivos: Besular e Searoot. Ambos desenvolvidos pela Rainbow Agro, se destacam pela eficaz atuação desde as fases iniciais do plantio. Besular é um fertilizante organomineral com alta concentração de potássio (K2O), nutriente importante para o equilíbrio hídrico e para o fortalecimento das plantas, especialmente em períodos de maior estresse. Já Searoot é um fertilizante orgânico organomineral com alta concentração de carbono e potássio e contribui diretamente para o estímulo do sistema radicular e o desenvolvimento inicial das culturas.
“Soluções como Besular e Searoot atuam justamente em momentos críticos de floração e estruturação da lavoura, para maior adaptabilidade em condições diversas, promovendo produtividade ao final do ciclo”, explica Luiz Henrique Marcandalli, head de marketing da Rainbow Agro.
O estímulo fisiológico proporcionado pelos bioestimulantes também contribui para uma lavoura mais homogênea. Ao favorecer processos como crescimento celular e formação de novas raízes e brotos, essas tecnologias ajudam as plantas a se desenvolver. Com isso, o manejo é mais eficiente e a colheita mais organizada e produtiva.
Marcandalli destaca que “a adoção dessas tecnologias impacta diretamente os resultados no campo ao favorecer o desenvolvimento inicial mais consistente das plantas e sua resiliência ao longo de todo o ciclo”. “Com um sistema radicular bem desenvolvido e maior equilíbrio fisiológico desde o começo, a cultura tende a reagir melhor às variações do ambiente e a manter um desempenho mais estável ao longo do ciclo produtivo”, conclui.
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ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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