A dificuldade de obter contêineres no mercado logístico tem se tornado um “fator crítico” para a Maersk, empresa que movimenta 20% do comércio global.
Com o aumento das exportações brasileiras este ano, impulsionadas por um câmbio favorável, a dificuldade de obter contêineres no mercado logístico tem se tornado um “fator crítico” para a Maersk, empresa que movimenta 20% do comércio global e lidera o mercado de logística integrada de contêineres.
“Começamos a ter um desequilíbrio entre importações e exportações, e garantir a disponibilidade de um contêiner e espaço nos navios tornou-se um fator de extrema criticidade nesse momento desafiador”, disse Gustavo Paschoa, diretor comercial da Maersk para a costa leste da América do Sul, durante videoconferência com clientes e fornecedores da empresa.
Segundo ele, a pandemia levou à adoção de rotas alternativas com manutenção de parte das cargas em depósitos e armazéns próprios.
- Pecuária brasileira aposta em produtividade, inclusão e transparência para responder às mudanças no consumo global de carne bovina
- Emirados Árabes investem bilhões em tecnologia agrícola para garantir alimentos usando o deserto
- Guerra das Cores: Por que o Wagyu Vermelho está vencendo o marketing do gado preto no Texas?
- Mais proteína que carne bovina? Conheça a formiga tanajura, iguaria tradicional do Nordeste
- ALERTA: Chuva de 100 mm e ventos de 100 km/h preocupam várias regiões neste fim de semana
Segurança
De acordo com Ricardo Arten, presidente da Brasil Terminal Portuário, o momento atual tem contribuído para o setor adotar mais ações de segurança, preparando-se para diferentes cenários. “Tem sido fundamental o exercício de planejar as ações de acordo com os
possíveis cenários impostos pela situação atual e seus impactos em nossas operações”, afirmou o executivo, que também participou da videoconferência.
“Ter um plano de resposta adequado a esse momento de pandemia nos permite estar mais preparados para agir com assertividade e responsabilidade para assegurar a continuidade dos nossos negócios”, avalia Arten.
Fonte: Globo Rural