Agentes de indústrias com necessidade de repor seus estoques estiveram dispostos a pagar preços mais firmes para garantir o abastecimento da matéria-prima.
Com a colheita – possivelmente recorde – da safra 2024/25 começando a ganhar ritmo no Brasil, vendedores se mostram mais dispostos a liquidar os lotes remanescentes.
A participação brasileira no workshop enfatizou a necessidade de priorizar medidas de adaptação aos efeitos da mudança do clima e construção de resiliência na agricultura.
A companhia já fixou uma parcela do açúcar da atual safra, a um preço médio de R$ 2.565 por tonelada - 3% abaixo do valor médio realizado no ano passado.
Setor pressiona por mais de R$ 600 bilhões, mas restrições fiscais e bloqueios no seguro rural preocupam produtores quanto ao futuro do Plano Safra 2025/26
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