A carcaça casada do boi gordo (formada pelo traseiro, dianteiro e pela ponta de agulha) registra valorização próxima de 10% na parcial deste ano.
Os preços da carne bovina negociada no mercado atacadista da Grande São Paulo estão relativamente firmes desde o início deste ano – diferentemente do observado para os valores das concorrentes, proteínas suína e de frango, que têm oscilado com certa força nos últimos meses.
Segundo pesquisadores do Cepea, a sustentação vem da oferta restrita de boi gordo pronto para o abate e das exportações aquecidas, fatores que mantêm baixo o volume de carne disponível no mercado brasileiro.
- Após contrair doença rara de ovelhas, agricultora passa anos lutando contra sequelas
- Como o monitoramento de água está criando “super animais” na pecuária
- Lula e Narendra Modi reafirmam fortalecimento de parceria entre Brasil e Índia
- Conheça o agricultor que desafiou o frio de -40°C para revolucionar o armazenamento de alimentos
- Sem floresta não há previsibilidade: o ativo invisível que sustenta o agro brasileiro
Dados do Cepea mostram que a carcaça casada do boi gordo (formada pelo traseiro, dianteiro e pela ponta de agulha) registra valorização próxima de 10% na parcial deste ano.
E esse movimento é puxado especialmente pela alta no preço do dianteiro, de quase 24% em 2021, tendo em vista que a alta no valor do traseiro se limita a 5,9% e a da ponta de agulha, a 12%.
Fonte: Cepea