Soja exige mais potássio no fim do ciclo. Falta do nutriente reduz peso e uniformidade dos grãos

Embrapa mostra potássio como o problema nutricional mais frequente da cultura da soja no Brasil

Uma das causas que mais influenciam o resultado final da lavoura de soja é o equilíbrio nutricional das plantas, principalmente na reta final. Entre os principais nutrientes, o potássio está diretamente ligado ao enchimento de grãos, ao peso e à qualidade da colheita. Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a deficiência de potássio é um dos problemas nutricionais mais frequentes, já que o elemento é exigido em grandes quantidades e facilmente exportado pela cultura.

Ao longo do desenvolvimento da soja, o potássio participa de processos que sustentam a vida da planta, como regulação da abertura dos estômatos e controle da síntese de proteínas e carboidratos, além de fortalecer a planta contra estresses climáticos e biológicos. Na fase de enchimento, a atuação do potássio aumenta, já que a planta precisa de grande volume para garantir grãos mais pesados e uniformes.

“O potássio ajuda a planta a levar os carboidratos até onde os grãos estão se formando, regula a abertura dos estômatos, que é por onde a planta respira, e a fortalece contra as variações térmicas, doenças e falta de água. Quando esse nutriente falta, as folhas mais velhas começam a amarelar nas bordas, a fotossíntese perde força e o peso dos grãos acaba ficando menor“, explica Bruno Vilarino, gerente de produtos da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada para o MATOPIBA, Pará, Rondônia e Mato Grosso.

Outro elemento que influencia o desempenho da soja nessa etapa é o nitrogênio, base para a formação de proteínas e para a saúde das plantas. “Esse nutriente pode se perder no solo com mais facilidade e isso liga um sinal de alerta”, destaca Vilarino.

Para evitar esses problemas, muitos agricultores têm recorrido a soluções foliares que funcionam como complemento à adubação feita no solo. Entre elas estão produtos da UPL Brasil, como K-Fol, que fornece potássio solúvel associado a outros nutrientes importantes, e Nuvita, com tecnologias voltadas para melhorar o aproveitamento do nitrogênio já disponível na planta.

Quando feito em conjunto esse manejo cria condições mais favoráveis para a soja completar seu ciclo de forma equilibrada. O resultado aparece na forma de grãos mais cheios, plantas mais resistentes e maior estabilidade produtiva. “O potássio ajuda a produzir e a direcionar os carboidratos, enquanto Nuvita melhora o transporte de água e nitrogênio dentro da planta”, finaliza o especialista da ORÍGEO.

Sobre a ORÍGEO

Fundada em 2022, ORÍGEO é uma joint venture de Bunge e UPL e está comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão – antes e depois da porteira. A empresa fornece soluções de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes técnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Para mais informações, acesse origeo.com

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ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira

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