Tarifaço de 50% imposta pelos Estados Unidos derrubou exportações de café solúvel no principal mercado do produto brasileiro, mas setor compensou parcialmente com alta de preços, receita recorde e avanço do consumo interno
A maior umidade após o estresse climático no final de 2025 favorece o enchimento de grãos da variedade, fase decisiva para o bom desenvolvimento da safra.
O impacto ocorre porque o café verde (in natura) já entra no mercado europeu sem tarifação, enquanto os produtos industrializados ainda enfrentam impostos.
Mesmo com queda no volume embarcado, café brasileiro mantém liderança global e amplia receita com exportações em um ano marcado por desafios climáticos, bienalidade negativa e mudanças no mercado internacional
Além do lote campeão do principal leilão de cafés especiais do mundo, Grupo CAFEZA adquiriu outros três cafés premiados e reforçou sua estratégia de manter no país parte dos melhores grãos do planeta
Volume representa queda de 21% ante 2024, movimento esperado após o recorde no ano passado, a menor disponibilidade do produto e os impactos do tarifaço dos EUA e da defasagem da infraestrutura portuária no país.
Mudanças climáticas aceleram a migração da produção do café brasileiro para o robusta e podem transformar o sabor do café, a bebida mais consumida pelos brasileiros.
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