O texto representa uma vitória significativa para os produtores rurais situados em faixas de fronteira em todo o país, especialmente em Santa Catarina.
A Faesc defende firmemente essa e outras propostas legislativas que tramitam no Congresso Nacional com o propósito de solucionar o passivo fundiário nas faixas de fronteira do país.
O objetivo é destacar o modelo catarinense que alia produção agropecuária com preservação ambiental, e reforçar a participação ativa de Santa Catarina nos diálogos globais sobre sustentabilidade.
A iniciativa, realizada em parceria com os Sindicatos Rurais, visa promover conhecimentos e auxiliar no aperfeiçoamento de técnicas para implementar nas atividades do campo.
Na avaliação do vice-presidente executivo da Faesc, Clemerson Argenton Pedrozo, a medida é claramente inconstitucional e uma afronta ao direito de propriedade no Brasil.
Produzir de modo eficiente e sustentável para a perenização das cadeias produtivas de grãos, lácteos, carnes, pescados, frutas etc. constitui-se em passaporte para que as futuras gerações tenham tranquilidade para evoluir.
Para se ter uma ideia, de acordo com dados de um levantamento feito pela Epagri, a produção de maçã na serra catarinense gera R$1,5 bilhão por ano. A safra do maior produtor de maçã em 2022/2023 atingiu um Valor Bruto de Produção (VBP) de…
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