Tecnologia com ozônio pode reduzir perdas no agro em até 90% e ampliar segurança sanitária na produção

Solução aplicada pela Wier ganha espaço no campo ao aumentar a vida útil de alimentos e substituir químicos tradicionais em etapas críticas da cadeia produtiva

São Paulo, Abril de 2026 – O agronegócio brasileiro vive um momento de transformação impulsionado pela necessidade de produzir mais, com maior segurança sanitária e menor impacto ambiental. Nesse cenário, tecnologias baseadas em ozônio vêm ganhando espaço no campo, com potencial de reduzir perdas ao longo da cadeia produtiva em até 90% e ampliar a vida útil de frutas, legumes e hortaliças que chega a passar dos 100%.

Aplicada no Brasil por meio da Wier, a solução atua em diferentes etapas da produção agrícola, desde o tratamento da água de irrigação até o controle microbiológico no pós-colheita. O uso do ozônio permite aumentar a produtividade sem ter que plantar mais, por meio da eliminação de microrganismos, redução de carga biológica e redução/eliminação no uso de agrotóxicos, atendendo às crescentes exigências por rastreabilidade e sustentabilidade no setor.

Na prática, os impactos são percebidos em toda a cadeia. No campo, a tecnologia é utilizada no tratamento da água de irrigação, eliminando microrganismos causadores de doenças como a antracnose. Já no beneficiamento de frutas e hortaliças, o processo de sanitização se torna mais eficiente, eliminando resíduos químicos e aumentando a durabilidade dos produtos.

No pós-colheita, o controle microbiológico reduz a incidência de fungos e bactérias, minimizando perdas e garantindo maior qualidade dos alimentos até o consumidor final. Esse conjunto de aplicações contribui diretamente para a redução de desperdícios, um dos principais desafios do agro brasileiro.

De acordo com Dr. Bruno Mena Cadorin, CEO da Wier, a tecnologia responde a uma demanda crescente do setor por eficiência aliada à sustentabilidade. “O agro precisa produzir mais, com menos perdas e maior controle sanitário. O ozônio permite atuar em pontos críticos da cadeia, reduzindo riscos e aumentando a qualidade final dos produtos sem depender de químicos tradicionais”, afirma.

Na prática, empresas do setor já vêm adotando a solução com resultados relevantes. Em plantação de morangos, por exemplo, o uso da tecnologia contribuiu para eliminar a antracnose, diminuindo perdas em 90%, aumento de shelf-life em mais de 100%, além da melhoria na qualidade sensorial. Já em cultura de Berrys, foi possível observar resultados semelhantes, sempre aumentando a produtividade em conjunto com o shelf-life.

Especialistas apontam que a tecnologia tende a acelerar nos próximos anos, impulsionada por exigências regulatórias, padrões internacionais de qualidade e pela pressão por maior eficiência operacional. Para o Brasil, a inovação representa uma oportunidade de reduzir perdas estruturais e aumentar a competitividade no mercado global.

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ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira

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