Em mercados emergentes, não vence apenas quem produz mais — vence quem constrói a narrativa que define o futuro.
No Brasil, duas organizações vêm operando de forma estratégica nesse território: a Verdecom360 e o INACAM (Instituto Nacional de Cannabis Medicinal). Juntas, estruturam uma frente que combina comunicação de alto nível, inteligência institucional e acesso a capital — posicionando projetos, associações e lideranças no centro de setores que movimentam bilhões.
O agronegócio brasileiro já é uma potência global. A cannabis medicinal, por sua vez, avança como uma das indústrias mais promissoras da próxima década.
Ambos compartilham um desafio crítico: reputação.
Em um ambiente onde percepção influencia diretamente regulação, investimento e expansão, a comunicação deixa de ser suporte e passa a ser infraestrutura estratégica.
“Hoje, não se trata mais de aparecer. Trata-se de construir legitimidade pública consistente. A narrativa certa abre portas que o projeto técnico, sozinho, não consegue abrir”, afirma Sylvia Bore, diretora da Verdecom360.
Com mais de 20 anos de atuação, a Verdecom360 se posiciona como uma das principais assessorias de imprensa da América Latina, com foco em setores sensíveis como saúde, cultura, inovação e agronegócio.
INACAM: estrutura, legitimidade e acesso a investimentos

Se a narrativa abre portas, a estrutura sustenta o crescimento.
O INACAM atua como articulador institucional na interseção entre cannabis medicinal, agro e sustentabilidade, desenvolvendo projetos com capacidade de acessar capital, gerar impacto e escalar.
“O mercado de cannabis medicinal exige não apenas boas ideias, mas estrutura técnica, governança e capacidade de dialogar com investidores e poder público. É isso que garante longevidade”, destaca um representante do INACAM.
Capital e editais: uma oportunidade em expansão
O avanço das associações canábicas no Brasil vem sendo acompanhado por um aumento nas oportunidades de financiamento.
Projetos ligados à saúde, pesquisa, cultivo e impacto social já acessam:
- R$ 300 mil a R$ 2 milhões em editais regionais e nacionais
- R$ 2 milhões a R$ 10 milhões em programas estruturantes e fundos de inovação, saúde e sustentabilidade
- Valores mais expressivos quando conectados a fundos internacionais e agendas ESG
O desafio, no entanto, está na capacidade de aprovação e sustentação desses projetos.
Investidores e comitês técnicos não analisam apenas a viabilidade do projeto, mas também sua reputação, presença na mídia e consistência narrativa.
“Projetos sem validação pública enfrentam mais barreiras para acessar capital. A imprensa, quando bem trabalhada, funciona como uma camada de credibilidade institucional”, complementa Sylvia Bore.
A presença em veículos como Forbes, Exame e Veja passa a representar não apenas visibilidade, mas legitimidade.
O diferencial da atuação conjunta entre Verdecom360 e INACAM está na integração de três camadas estratégicas:
- Narrativa
- Estrutura
- Capital
“Quando essas três dimensões operam juntas, o projeto deixa de ser uma iniciativa isolada e passa a ser percebido como uma agenda relevante — e, portanto, financiável e escalável”, reforça o INACAM.
Com atuação integrada desde 2008, as organizações operam em todo o Brasil e em projetos com alcance internacional, contribuindo para posicionar o país em agendas como bioeconomia, sustentabilidade e inovação em saúde.
A atuação conjunta entre Verdecom360 e INACAM aponta para um movimento maior: a profissionalização da narrativa como ativo central de crescimento em mercados emergentes.
“Não se trata apenas de comunicação ou de captação. Trata-se de construir autoridade, acessar capital e sustentar impacto no longo prazo. Esse é o novo padrão”, conclui Fabiana Low.
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ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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