Por quê abater o boi de GO em SP?

Por quê abater o boi de GO em SP?

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boitel grande lago confinamento
Foto: Agropecuária Grande Lago BOITEL

As altas da praça de São Paulo tem sido um atrativo para os vendedores e isso tem gerado perdas no rendimento de carcaça, veja!

O rumo de alta da @ confirmou queda de rendimento nesta quarta (17), e até mesmo recuo em algumas praças, seguindo o observado na terça. As escalas andaram, mesmo com um dia a menos de negócios na semana, e em São Paulo, particularmente, porque já se nota bois vindos até de Goiás, como ontem se confirmou a entrada de animais do Mato Grosso do Sul.

Da média de R$ 158 do cotado na média das praças paulistas desde segunda, entre alguns analistas, a Radar Investimentos levantou valores de R$ 156 a R$ 157, com chance de “cair mais uns R$ 0,25” hoje, segundo viu o analista Douglas Coelho no começo desta tarde.

Mas as chuvas ainda estão em ritmo satisfatório e facilitam o produtor cadenciar as vendas, o que neutraliza qualquer possibilidade de recuos mais bruscos.

A competição do boi para morrer em São Paulo começa a se deslocar para outros estados. As grandes plantas, com várias programadas para abater até quarta-feira que vem, estão indo mais longe. Comprador autônomo de Goiás, em contato com Fábio Carneiro, fazendeiro no Vale do Araguaia, tem comprado a R$ 147 para embarcar para o Sudeste.

Do MS também foi confirmado a compra de animais por plantas localizadas em São Paulo

Apesar de deixar o mercado da região mais firme, unidades do JBS e Minerva andaram com as escalas em Goiás. Há informações de que tiraram até R$ 2 na @, que se estabeleceu em R$ 146 – a mesma média vista ontem pelo Balizador GPB.

Firmeza no Norte

No Norte do Mato Grosso, a @ ainda não barrigou. Tem pasto suficiente para quase dois meses e muito pouca reposição barata, de modo que o pecuarista de Alta Floresta e região segura o boi. Carlos Eduardo Dias, da Marca 40 – que leiloará, dia 21, 3 mil bezerros -, viu a @ no prazo a até R$ 143 e à vista R$ 139.

No Pará, Maurício Fraga, presidente da Acripará, vendeu nesta quarta 216 animais para o Frigol de Água Azul do Norte a R$ 145/30 dias. E confirma a sequência de firmeza dos preços que ele já havia apontado ontem ao Notícias Agrícolas.

Fonte: Notícias Agricolas

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