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A dsm-firmenich indica que Brasil deve confinar 7,030 mi de bovinos em 2023

Esse número deve ficar percentualmente estável frente ao registrado em 2022, quando o país confinou 7,048 milhões de cabeças.

Em evento online realizado na tarde de ontem (27), a dsm-firmenich, detentora da marca Tortuga de suplementos nutricionais para animais, destacou, na apresentação de resultados da terceira rodada do Censo de Confinamento, encerrada neste mês de novembro, que o Brasil deve confinar 7,030 milhões de bovinos em 2023. De acordo com o gerente técnico Latam de Confinamento da dsm-firmenich, Hugo Cunha, esse número deve ficar percentualmente estável frente ao registrado em 2022, quando o país confinou 7,048 milhões de cabeças.

Segundo Cunha, o primeiro censo de confinamento, realizado em abril já apontava para uma retração nos números. A segunda rodada, trazida ao mercado em julho, apontava uma expectativa um pouco mais otimista com a entrada da segunda safra e a redução no preço dos insumos e do custo alimentar. Já a terceira rodada apontou que, mesmo como a queda no custo do boi magro, o valor menor observado para a arroba do boi gordo acabou contribuindo para essa estabilidade frente ao ano passado.

Cunha sinaliza que um cenário de continuidade do movimento de queda no preço do boi magro e dos custos de nutrição podem contribuir para que a atividade de confinamento possa voltar a apresentar crescimento em 2024. “Há também uma sinalização positiva com relação aos preços da arroba para 2024, que já se mostram melhores no mercado futuro, bem como incertezas com relação ao clima. Em um ano ainda de El Niño, as pastagens vegetam menos e o pecuarista tem de investir mais na suplementação, o que é possível através do confinamento. Assim, a expectativa é de uma recuperação da atividade em 2024”, pontua.

Para o vice-presidente do negócio de Ruminantes da dsm-firmenich para a América Latina, Sergio Schuler, o ano de 2023 vem sendo bastante desafiador para a atividade de pecuária, com o registro de um caso atípico de vaca louca no final de fevereiro (o que travou as exportações de carne bovina para a China), o conflito entre Rússia e Ucrânia, o que acabou trazendo preços mais altos para os fosfatados usados na alimentação animal e, mais recentemente, a guerra no Oriente Médio.

Schuler disse que houve desafios climáticos no Brasil neste ano, por conta do fenômeno El Niño, que trouxe tempestades, tornados, onda de calor e falta de chuva em algumas regiões e excesso de precipitações em outros, o que traz uma ameaça cada vez maior para a pecuária. “Também houve desafios no mercado em torno da redução no preço da arroba bovina no mercado interno e dos preços de exportação da carne bovina, muito embora, como ponto positivo, tenha havido uma redução no preço do bezerro. Por conta disso, a dsm-firmenich seguirá trabalhando firme e buscando uma produção de forma sustentável”, conclui.

Fonte: Agência Safras

ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira

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