Acabou de vez a farra do MST, veja o vídeo

Acabou de vez a farra do MST, veja o vídeo

PARTILHAR
Foto Divulgação.

Em vídeo, o deputado explica o pacote e as mudanças que estão por vir. Acabou de vez a farra do MST: Pacote Anticrime de Moro devolverá o Brasil aos brasileiros!

O presidente Jair Bolsonaro sancionou em setembro o Projeto de Lei nº 3715/19, que amplia a posse da arma de fogo em propriedades rurais.

O projeto permite porte em toda a propriedade, não mais apenas na residência.

Com mais de 20 anos de experiência na Polícia Federal, o deputado Ubiratan Sanderson (PSL-RS), é totalmente a favor da medida:

“Somos favoráveis à utilização da arma de fogo para a defesa do homem do campo, de sua família e sua propriedade”, ressaltou o parlamentar.

O deputado é otimista em relação à aprovação do pacote anticrime do Ministro Sérgio Moro, e desmente quem diz que o momento não é favorável para o projeto.

“O panorama é sim positivo para nós aprovarmos um pacote que busca devolver o Brasil aos brasileiros”, completou Sanderson.

Veja o vídeo:

Terras produtivas são invadidas, carros são queimados e, pasmem, até animais são mortos de forma cruel pelo MST que até hoje está impune!

As ações do MST são questionadas a anos e, até hoje, não tomaram um corpo para serem embasadas e reprimidas de forma correta como deveriam ser. Infelizmente, o país a muito tempo segue no rumo de inibir apenas quem produz.

Vamos aos fatos: “produtor rural que derruba uma árvore para poder produzir alimentos para população é criminalizado e recebe críticas de todos os lados”. Mas, se olharmos para o outro lado, o MST vem invadindo terras, fechando estradas, matando animais e queimando fazendas de forma cruel e, o pior de tudo, ainda saem impunes de tais imprudências.

Vamos a alguns fatos que me chamaram atenção, das ações do MST, e que me levaram a escrever essas reflexões. Deixo aqui a minha conclusão no final do artigo e você tire a sua e compartilhe a notícia se for a favor da criminalização desses “ladrões”.

Tudo ganhou maior destaque em 2015, quando o MST fez uma invasão em uma propriedade do Pará e os aimais foram brutalmente mortos por invasores que não se preocuparam em deixar os rastros de sua crueldade.

As fotos foram tiradas em uma fazenda na região de Marabá – PA que foi invadida pelo movimento dos sem terra, MST. Todos os animais que foram abatidos, totalizaram 20 animais são animais de alto valor genético, todas as vacas estavam com prenhes confirmada.

mst matam vacas
Foto: Arnaldo Naves Nunes

Depois disso, tivemos fazendas invadidas em São Paulo, onde foram feitos reféns. Até o Ricardo Salles, Ministro do Meio Ambiente relatou o ataque aplicado por integrantes do Movimento Sem Terra (MST) em Porto Seguro na Bahia. Onde foram danificados os carros do Governo.

Recentemente homens do MST quebraram e incendiaram carros de equipes de vigilância após reintegração de posse na Bahia. Três pessoas foram gravemente feridas. Veja o vídeo!

Barbaridade? Aos olhos de quem produz e sustenta a economia do país é um absurdo. Entretanto, para os olhos de quem governa e faz as leis, é normal e não podem ser tocados, já que estão lutando por um direito, o direito da Reforma Agrária!

Além disso tudo, outra coisa que sempre me chamou a atenção é a liberdade da posse de arma, e a minha maior pergunta: Por quê a maior parte deles, vendem os lotes que recebem do governo e invadem outras propriedades?

Não sou contra a Reforma Agrária, mas se isso que eles fazem for denominado “partilhar os bens”, sou extremamente contra. Todos temos consciência do que é a lei e o produtor que está no campo sabe da grande dificuldade de se produzir nesse país. Portanto, chega de impunidade para esse elementos e que o Governo criminalize esse tipo de ação!

PS.: A crítica é contra quem pratica essas ações, pois sabemos que existem dentro do MST, pessoas que lutam de forma pacífica e que produzem uma grande quantidade de alimentos dentro da terra que lhes foi dada pelo Governo.

Todo o conteúdo áudio visual do CompreRural está protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral, sua reprodução é permitida desde que citado a fonte e com aviso prévio através do e-mail jornalismo@comprerural.com