Amaggi adquire 300 caminhões para frota própria

Amaggi adquire 300 caminhões para frota própria

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Foto: Pixabay

A Amaggi, uma das maiores empresas brasileiras do agronegócio, que atua na produção e comercialização agrícola, em logística e energia, comprou 300 caminhões da Scania, informou hoje a montadora sueca.

Todos os veículos são do modelo R 500 6×4 e serão entregues a partir de fevereiro de 2019. Segundo a montadora, esta é a maior venda para um embarcador feita pela Scania no Brasil.

“A aquisição destes veículos atende a uma necessidade estratégica na estrutura logística da Amaggi, que já possui um longo histórico na administração de sua própria frota fluvial”, afirma o presidente executivo da Amaggi, Judiney Carvalho, em nota enviada pela Scania à imprensa.

Com os 300 caminhões adquiridos, a empresa passa a ter frota própria para transportar parte dos seus produtos, segundo o comunicado. Os veículos deverão operar nas rotas mais estratégicas para a empresa, escoando a produção agrícola até os portos para exportação.

A paralisação dos caminhoneiros no fim de maio deste ano, que levou o governo a estabelecer uma tabela de fretes mínimos no país, estimulou grandes empresas do agronegócio a investir em frotas próprias de caminhões. Em agosto passado, Judiney Carvalho informou ao Valor que a Amaggi planejava comprar de 300 a 500 caminhões nesta safra 2018/19.

Em julho, a Cargill também sinalizou a intenção de ter frota própria de caminhões por causa da tabela do frete. JBS e Coamo chegaram a adquirir mais caminhões para reforçar suas frotas em decorrência da paralisação dos caminhoneiros e do tabelamento.

A Scania informa que, além da Amaggi, já tem outras 400 encomendas, de clientes variados, do novo modelo de caminhão.

Os caminhões vendidos à Amaggi rodarão com implementos rodotrens graneleiros de 25 metros, com capacidade para transportar até 49,5 toneladas de grãos cada um.

Na mesma nota, a Scania afirma esperar que o mercado de caminhões em que atua no Brasil, acima de 16 toneladas (semipesados e pesados), cresça entre 10% e 20% no próximo ano em relação a 2018.

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Fonte: Valor Econômico.

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