Irã já havia ameaçado atacar a infraestrutura energética regional se os israelenses atacassem seus campos de gás; possível ataque é visto como potencial gerador de escalada no conflito.
No plano anunciado em meados de maio, a Marfrig, que já possui uma participação controladora na BRF, assumiria o restante em um acordo de troca de ações.