Regiões pesquisadas pela Scot Consultoria, as cotações subiram 5,6%, enquanto as do boi gordo, na mesma comparação, subiram 2,1%, na média das praças.
Diante da pressão de baixa observada no mercado do boi gordo, tendo em vista a dificuldade de venda de carne bovina no mercado interno e de como as medidas de contenção do coronavírus impactarão o consumo, o mercado de reposição está devagar e este cenário de lentidão já se arrasta há semanas.
Receosos quanto ao cenário do boi gordo, recriadores/invernistas não estão negociando animais para reposição e as referências seguem praticamente sem alterações.
O cenário ainda é de boas condições das pastagens, o que permite que a ponta vendedora mantenha os animais no pasto.
- Bode dando leite? Entenda o fenômeno da ginecomastia caprina
- VEM AÍ: Monte Sião Haras apresenta uma de suas promessas para as pistas de vaquejada do Brasil
- Ministro André de Paula se reúne com presidentes das Câmaras Setoriais para discutir demandas do agronegócio
- Acordo entre EUA e Irã redesenha o Oriente Médio: Irã sai ganhando, rivais acendem alerta
- Mapa firma Protocolo de Intenções com a Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo para fortalecer a inovação agropecuária
Tomando o início do ano como referência, na média de todas as categorias de machos e fêmeas anelorados, em todas as regiões pesquisadas pela Scot Consultoria, as cotações subiram 5,6%, enquanto as do boi gordo, na mesma comparação, subiram 2,1%, na média das praças.
Fonte: Scot Consultoria