Boi Gordo: Preços caem e escalas avançam

Boi Gordo: Preços caem e escalas avançam

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Foto Divulgação

Com a maior facilidades dos frigoríficos em compor escalas, indicativos de preços do boi gordo recuam em todo o país. Confira o que diz a Agrifatto!

Os preços no mercado físico de gordo continuam em queda na maioria das praças pecuárias. Enquanto as programações de abate avançam, as indicações vão na direção oposta. Em São Paulo, as negociações ficam entre R$ 265,00 a R$ 275,00/@, mas a pressão negativa pode mudar esse patamar no curtíssimo prazo.

Com isso, as negociações na B3 chegaram a R$ 261,05/@ ontem, quinta-feira, para o contrato de dezembro/20, demonstrando desaceleração diária de 1,14%. Para janeiro/21, o dia encerrou em R$ 254,60/@, baixa de 0,95% ante a véspera. O maio/21, um dos contratos chave, fechou o em R$ 246,75/@ (-1,85%).

Milho

A acomodação dos compradores vai levando o preço do milho cada vez mais para próximo dos R$ 75,00/sc. Aos poucos, os produtores vão disponibilizando uma oferta cada vez maior de cereal ao passo em que os compradores não demonstram grande interesse, com isso a referência de negócios em São Paulo caiu pelo sexto dia consecutivo atingindo os R$ 76,00/sc. Na B3, o contrato para março/21 recuou 1,20%, sendo negociado nos R$ 73,54/sc ao fim da quinta-feira.

Em Chicago, o contrato para março/21 registrou valorização de 0,65%, sendo negociado na casa dos US$ 4,27/bu. A união de enfraquecimento do dólar frente a outras moedas do mundo, petróleo em ascensão e número de vendas externas acima das expectativas foram os fatores que alimentaram a alta nesta quinta-feira.

Soja

Com o dólar voltando a casa dos R$ 5,14, a soja vai visualizando a sua referência de preços cair dia após dia. A sexta-feira começa com a oleaginosa sendo avaliada em torno dos R$ 156,00/sc nos portos brasileiros. Ainda assim, a atenção está voltada para a próxima safra, e a volta das chuvas no sul do Brasil nos últimos dias tem trazido novo ânimo para os agricultores brasileiros.

Nos EUA, a pressão foi no lado inverso ao que aconteceu no Brasil. O enfraquecimento do dólar e um movimento de correção fizeram a cotação da oleaginosa para janeiro/21 valorizar 1,32% nesta quinta-feira, sendo negociada a US$ 11,68/bu.

Fonte: Agrifatto

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