O estudo revelou que a Brachiaria híbrida Mavuno oferece a melhor relação entre produção de massa seca e qualidade nutricional entre 5 e 7 semanas de crescimento, sendo uma opção de excelência para fenação.
A Brachiaria híbrida Mavuno tem se destacado por sua alta digestibilidade e valor nutricional mesmo em idades de corte mais avançadas, conforme aponta uma pesquisa recente realizada na Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade de Brasília (UNB). O estudo revelou que Mavuno oferece a melhor relação entre produção de massa seca e qualidade nutricional entre 5 e 7 semanas de crescimento, sendo uma opção de excelência para fenação.
O estudo destacou a Brachiaria híbrida Mavuno pela maior produção de massa seca, boa digestibilidade do feno e manutenção de elevado valor nutricional. O mais interessante é quanto a dupla aptidão da Mavuno, que apresentou bom resultado nas observasões de campo, tanto em pastejo convencional quanto na utilização para conservação da forragem [fenação].
A pesquisa, liderada pela engenheira agrônoma Ana Caroline Pereira da Fonseca, comprovou que a Brachiaria Mavuno mantém elevado valor nutricional e boa digestibilidade mesmo após o processo de fenação. “Os dados corroboram com o que vemos no campo e com o que os produtores veem, seja em pasto convencional ou mesmo para conservação de forragem. É o Mavuno mostrando sua habilidade para fenação”, afirma Fonseca, destacando os benefícios da variedade.
O estudo, realizado na Fazenda Água Limpa, propriedade da Universidade de Brasília, teve como objetivo medir a produção de feno por hectare, os teores de proteína bruta e de fibra em detergente neutro, além da digestibilidade in vitro da matéria seca.
Segundo os resultados, a maior produção de feno foi registrada no corte de 42 dias, atingindo 5.211,20 quilos por hectare. Já o teor de proteína bruta foi mais alto no corte de 28 dias, com amostras superando 10,70% de proteína.
Segundo os resultados, a maior produção de feno foi registrada no corte de 42 dias, atingindo 5.211,20 quilos por hectare.
O professor PhD Gilberto Gonçalves Leite, orientador da pesquisa, ressalta a importância de uma origem forrageira de qualidade para a produção de feno: “O feno, a exemplo da silagem, é um suplemento caro que só se utiliza na pecuária avançada. Quando o processo é feito corretamente, a qualidade da forrageira permanece. Mas se sua origem for forrageira de baixa qualidade, o feno será de baixa qualidade também”.
A pesquisa conclui que o feno de capim Mavuno tem um excelente potencial de qualidade e aproveitamento pelos animais, mantendo um valor nutricional superior ao de outras espécies de Brachiaria.
Versatilidade
Edson de Castro Junior, coordenador técnico da Wolf Sementes, empresa desenvolvedora da Brachiaria híbrida Mavuno, enfatiza a versatilidade do híbrido: “Mavuno é um híbrido que se mostra versátil a cada novo resultado científico. Sabemos de suas características e seu potencial para melhorar a produtividade da pecuária brasileira”.
Com sede em Ribeirão Preto, a Wolf Sementes contribui há quase 50 anos com a pecuária nacional, sendo pioneira no desenvolvimento de soluções de qualidade para pastagens. A empresa, que já exporta para mais de 65 países, foi a primeira no segmento a obter a certificação ISO 9001 em 2008, reforçando seu compromisso com a excelência e inovação no agronegócio brasileiro.
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