
O Brasil passará a exportar material genético e para alimentação animal a novos países, segundo levantamento do Ministério da Agricultura obtido pelo Broadcast Agro.
Foram três novas aberturas até a terceira semana de agosto: possibilidade de negociar embriões bovinos com o Mianmar, embriões equinos com os Estados Unidos e sebo suíno para alimentação animal com a Argentina. A pasta contabiliza 53 ações de aberturas de novos mercados e também a ampliação de produtos para parceiros comerciais já consolidados desde o início do ano, ante 35 do ano passado inteiro. Em 2020, 27 ações envolveram países asiáticos, com destaque para o setor de proteína animal.
No mês passado, o Egito permitiu a importação de carnes e produtos de carne de aves brasileiras. Mianmar liberou a comercialização de carne suína e seus derivados, sêmen bovino, bovinos vivos para abate, bovinos vivos para reprodução, subprodutos para alimentação animal do Brasil. Material genético como embriões bovinos e sêmen bovino brasileiros também foram permitidos pelo Qatar. A China abriu o mercado para aparas bovinas oriundas do Brasil, enquanto a Argentina liberou a entrada de óleo de aves destinados à alimentação animal.
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, tem afirmando que, com o avanço da covid-19, o movimento de abertura de mercados foi intensificado por vários países.
- Beef-on-Dairy: integração entre leite e corte revoluciona a pecuária brasileira
- Brasil e Nigéria avançam em parceria agropecuária para ampliar comércio e cooperação técnica
- Caravana do Agro Exportador reforça internacionalização durante a ExpoGenética 2025
- Pix: novas regras vão facilitar devolução de valores em casos de golpe
- Brasil e México estabelecem Marco legal para cooperação agropecuária
Fonte: Estadão Conteúdo