Dois produtos utilizam agentes de controle biológicos na sua formulação, contribuindo para o aumento da sustentabilidade da agricultura.
O Ato n° 13 do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária, publicado nesta segunda-feira (2) no Diário Oficial da União traz o registro de 16 defensivos agrícolas formulados. Os produtos formulados são aqueles que efetivamente podem ser utilizados pelos agricultores na defesa de suas plantações.
Dois desses produtos utilizam agentes de controle biológicos na sua formulação, contribuindo para o aumento da sustentabilidade da agricultura nacional.
Todos os defensivos que tiveram o registro publicado hoje já estão registrados e em uso no Brasil como ingredientes ativos de outros agrotóxicos já comercializados. O registro de defensivos agrícolas genéricos constitui uma importante política para a diminuição dos impactos dos monopólios e oligopólios no mercado de determinados ingredientes ativos. Uma dinâmica que beneficia a livre concorrência e a competitividade da agricultura nacional.
Nenhum desses produtos é inédito no mundo: todos já foram registrados pelo menos nos Estados Unidos, Europa ou Austrália.
- Produtor rural supera crise milionária e tem recuperação judicial encerrada pela Justiça
- Marmoreio verde: É possível produzir carne premium exclusivamente a pasto no Brasil?
- Ciclone extratropical avança e traz chuva de até 100 mm e ventos de 100 km/h; veja onde e quando
- Febre aftosa na China pode destravar exportações brasileiras de carne bovina, mas liga alerta mundial
- Agricultor chora ao descartar 50 toneladas de ameixa em SC após colapso nas vendas; vídeo
O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do Ministério da Agricultura, Bruno Breitenbach, reitera que todos os produtos registrados foram analisados e aprovados pelos órgãos responsáveis pela saúde, meio ambiente e agricultura, de acordo com critérios científicos e alinhados às melhores práticas internacionais.
Os defensivos que tiveram o registro publicado hoje foram analisados pelo Ministério da Agricultura, pelo Ibama e pela Anvisa nos últimos meses.
Fonte: MAPA