O dólar norte-americano está no menor nível desde 27 de novembro. A divisa caiu 2,42% na semana, o maior recuo para cinco dias úteis desde a semana encerrada em 9 de agosto.
Em mais um dia de alívio no mercado financeiro, o dólar caiu pela quinta vez seguida e teve o maior recuo semanal desde agosto. A bolsa de valores alternou altas e baixas, mas fechou estável após a divulgação da prévia da inflação de janeiro.
O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (24) vendido a R$ 5,918, com queda de R$ 0,008 (-0,13%). A cotação caiu até o início da tarde, quando chegou a R$ 5,86 por volta das 14h, mas diminuiu a queda a partir desse horário, com investidores aproveitando o preço baixo para comprar dólares. Perto do fim da sessão, o câmbio fechou próximo da estabilidade.
A moeda norte-americana está no menor nível desde 27 de novembro. A divisa caiu 2,42% na semana, o maior recuo para cinco dias úteis desde a semana encerrada em 9 de agosto.
O mercado de ações teve um dia mais volátil. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 122.447 pontos, com queda de apenas 0,03%. O indicador mudou de direção diversas vezes ao longo do dia, mas encerrou em terreno negativo com a alta dos juros no mercado futuro.
Tanto fatores domésticos como internacionais influenciaram o mercado nesta sexta. No cenário interno, a divulgação de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) desacelerou para 0,11% em janeiro provocou a queda da bolsa.
Apesar de a prévia da inflação oficial ter registrado o menor nível para meses de janeiro desde a criação do real, o índice veio acima das expectativas, com as instituições financeiras esperando inflação zero para o mês. Isso aumentou as chances de o Banco Central (BC) aumentar a taxa Selic (juros básicos da economia) além do previsto, o que desestimula investimentos na bolsa de valores.
No cenário internacional, no entanto, o dólar caiu em todo o planeta após o novo presidente norte-americano, Donald Trump, anunciar a possibilidade de um acordo comercial com a China após uma conversa com o presidente chinês, Xi Jingping. A revelação, feita em entrevista à emissora americana Fox News, acalmou o mercado global, ao reduzir a chance de tarifaço do novo governo dos Estados Unidos.
*Com informações da Reuters
Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Para isso é só entrar em nosso grupo do WhatsApp (clique aqui) ou Telegram (clique aqui). Você também pode assinar nosso feed pelo Google Notícias.
Contribuição mensal do MEI sobe para R$ 81,05 em 2026
Contribuição do MEI sobe para R$ 81,05 com reajuste do salário mínimo. Veja valores do DAS, impostos, prazos e regras de faturamento.
Continue Reading Contribuição mensal do MEI sobe para R$ 81,05 em 2026
Ex-costureira investe na produção de leite e vira referência em Mato Grosso
Conheça a história da ex-costureira que virou referência na produção de leite em MT. Com apoio do Senar, ela dobrou a produtividade da fazenda.
Continue Reading Ex-costureira investe na produção de leite e vira referência em Mato Grosso
Alerta Máximo: Combo de Frente Fria e ZCAS traz risco de temporais severos neste fim de semana
Previsão do Climatempo alerta para forte instabilidade: Frente Fria e ZCAS provocam chuvas intensas e ventania no Brasil neste fim de semana (03 e 04/01).
Bancos voltam a funcionar normalmente nesta sexta-feira
Bancos retomam atendimento normal após feriado. Contas vencidas podem ser pagas sem multa, mas tributos exigem atenção para evitar juros.
Continue Reading Bancos voltam a funcionar normalmente nesta sexta-feira
Vale mais que boi gordo: leite de jumenta vira febre no mercado premium
Com composição próxima ao leite humano, alto valor nutricional e produção limitada, o “ouro branco” do agro ganha espaço mercado premium, onde o litro chega a valer mais do que o boi gordo.
Continue Reading Vale mais que boi gordo: leite de jumenta vira febre no mercado premium
Fora etanol, combustíveis fecham 2025 quase estáveis; ICMS puxa alta em janeiro
Alta do ICMS eleva preços da gasolina, diesel e GLP em 2026. Etanol lidera aumentos e pressiona custos de transporte e produção.
Continue Reading Fora etanol, combustíveis fecham 2025 quase estáveis; ICMS puxa alta em janeiro





