Dólar, imprevisível como sempre

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- Foto: iStock/Mapa

Favorecendo commodities brasileiras moeda norte-americana avança para R$5,24 diante do cenário político. Confira as informações abaixo!

A apreensão sobre a oferta do cereal e a necessidade de compor estoques dita o movimento de escalada dos preços durante a colheita com a saca do milho em Campinas/SP superando os R$ 95,00. Na bolsa brasileira (B3), os contratos se recuperam da queda e terminam o dia com avanços impulsionados pelo avanço do dólar e a impactos sobre a produção da 2ª safra, o vencimento para julho/21 fecha a quarta-feira valendo R$ 94,10 com alta diária de 1,91%.

Em Chicago o clima continua sendo o centro das atenções, as boas previsões de chuvas pressionam o preço dos contratos do grão para novos recuos. Na CBOT, o futuro para julho/21 tem uma baixa de 0,53% e foi vendido a US$ 6,52/bu.

Boi Gordo

No mercado físico de boi, a queda de braços entre produtores e frigoríficos mantem as negociações travadas nas principais praças pecuárias, com a arroba do boi gordo estável em R$ 315,00/@ em São Paulo. Na B3, o contrato com vencimento em outubro/21 fechou mais um dia subindo, cotado a R$ 326,85/@, valorizando 1,30 % no comparativo diário.

O mercado atacadista de carne bovina deve continuar operando com ofertas enxutas no curto prazo, mas mantém no radar a expectativa do aquecimento da demanda interna na semana que está por vir.

Os preços seguem firmes com a carcaça casada de boi e novilha apresentando relativa melhora na liquidez, negociados a RS 19,60/kg e RS 19,00/kg respectivamente.

Soja

A recuperação das cotações CBOT e o avanço do dólar para R$5,24 trouxe valorização para a oleaginosa brasileira com a saca em Paranaguá/PR negociada a R$165,00.

Rumores positivos para a demanda pela soja norte-americana vinda dos Chineses aqueceram o mercado na quarta-feira, valorizando os contratos da oleaginosa em Chicago e recuperando parte das perdas de terça-feira. Com isso, o futuro para julho/21 encerra a quarta-feira sendo negociado a US$ 13,86/bu, alta de 1,67% no comparativo diário.

Fonte: Agrifatto

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