GDM embarca no mercado de milho safrinha

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Foto: Divulgação

Líder em soja, a empresa disponibilizará híbridos de milhos adaptados para as regiões sul e cerrado.

Desde 2017, a GDM desenvolve um programa de melhoramento de milho. O projeto, que teve início na Argentina, foi adaptado para Brasil e mira o mercado da safrinha, disponibilizando já para 2022 dois híbridos visando o cerrado brasileiro. Os produtos atendem aos diferentes ambientes de produção e níveis de investimento, fruto de uma análise criteriosa e uma bateria de testes que garantiram o melhor desempenho dos híbridos, especificamente para serem cultivados nas principais regiões produtoras de milho no Brasil.

Com esses dois produtos, a GDM dá o ponta pé inicial para composição de um estruturado portfólio que atende à segunda safra (safrinha) de milho no Brasil. A projeção da companhia é ganhar 10% de market share, durante os próximos 10 anos. A GDM já investiu R?25 milhões em um banco genético adaptado ao País.

“A possibilidade de exploração deste germoplasma no futuro é enorme e gera uma expectativa ainda maior para os próximos anos, pelo potencial que pode ser alcançado”, explica o Diretor de Negócios da GDM, Ignacio Bartolomé. “A cultura de negócio da GDM visa, integralmente, entender as necessidades atuais da agricultura moderna com produtos inovadores, de alta qualidade, com proximidade com o produtor e de geração de valor”, completa.

A GDM busca atender a um mercado que está em franca expansão, que é o milho safrinha, já que o Brasil apresenta muitas oportunidades neste segmento. Nos últimos anos, esse mercado expandiu-se de maneira considerável. Por exemplo, em 2010 eram aproximadamente 6 milhões de hectares. Já na última safra, em 2021, foram 14 milhões de hectares.

O modelo de negócio para milho será semelhante ao que hoje é aplicado em soja, mercado que a companhia é líder no Brasil, com 62% do market share. Os híbridos da GDM serão disponibilizados aos agricultores em parceria com os multiplicadores, onde os parceiros participarão ativamente da produção e poderão levar estas soluções ao mercado produtor.

Fonte: Assessoria de Comunicação

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