Grãos/Argentina: safra de soja encerrada é de 50,1 milhões de t (-0,4% ante 2025)

Ainda restam poucos lotes no sudeste da província de Buenos Aires, mas a área remanescente não altera a estimativa nacional.

A colheita de soja na Argentina foi encerrada com produção de 50,1 milhões de toneladas, informou a Bolsa de Cereais de Buenos Aires. Segundo a entidade, ainda restam poucos lotes no sudeste da província de Buenos Aires, mas a área remanescente não altera a estimativa nacional. A produtividade média ficou em 3,13 toneladas por hectare.

A produção ficou 0,4% abaixo da registrada na safra anterior, mas superou em 19% a média dos últimos cinco ciclos. O rendimento médio nacional também ficou 5% acima do observado na campanha 2024/25 e 21% acima da média dos últimos cinco anos.

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Já a colheita de milho no país alcançou 56,4% da área apta, avanço de 3,5 pontos porcentuais em relação ao levantamento anterior, de 2 de julho. A produtividade média está em 8,12 toneladas por hectare, e a estimativa de produção foi mantida em 64 milhões de toneladas. Segundo a bolsa, o ritmo dos trabalhos segue 14 pontos porcentuais atrasado em relação ao ciclo passado, por causa da elevada umidade dos grãos e, em menor medida, de condições desfavoráveis de solo em algumas áreas.

A bolsa informou ainda que o plantio de trigo da safra 2026/27 avançou 7 pontos porcentuais no período e alcançou 87,9% da área prevista, de 6,5 milhões de hectares. O ritmo está 3,1 pontos porcentuais atrás do registrado há um ano, mas 12,2 pontos porcentuais à frente da média histórica. As lavouras mantêm oferta hídrica adequada ou ótima e condição de cultivo entre normal e excelente.

A semeadura de cevada avançou 33 pontos porcentuais na quinzena e atingiu 67,6% da área projetada em nível nacional. A bolsa disse que a demora frente à safra passada e à média histórica segue diminuindo, embora ainda existam atrasos de 12 pontos porcentuais e 6 pontos porcentuais, respectivamente, por causa da dificuldade de entrada de máquinas no campo.

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ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira

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