Setor afirma que Ministério da Agricultura não tem tomado nenhum tipo de providência.
Aumentou o volume de negócios ontem, mantendo a média da semana. Negócios ocorreram em Goiás entre R$ 250 e R$ 260, mais ICMS, ou ainda em Minas Gerais entre nota 7 R$ 225 e nota 9 R$ 273, por saca de 60 quilos.
A insegurança que alguns produtores têm pode ser vencida com informação. A insegurança sobre plantar ou não gerará dois resultados. Um deles é que os preços podem subir mais do que o esperado.
- Boom do cavalo Quarto de Milha atrai cantor Hugo, que lança o 1º Leilão Fazenda Planejei
- Abrava pede reunião de emergência com Lula para discutir preço do diesel
- BNDES reduz taxa de juros em empréstimos para mulheres de cooperativas
- Pela primeira vez, Brasil exporta hortifrútis frescos em voo direto para a Ilha do Sal
- Ministro Carlos Fávaro discute ampliação da irrigação no Rio Grande do Sul para reduzir impactos das estiagens
Como a área da primeira safra do ano já aponta para diminuição, os valores praticados tendem a ser interessantes. O outro é menos glamoroso. Haverá agravamento do déficit alimentar. Nós do setor podemos defender que, como o Ministério da Agricultura não tem tomado nenhum tipo de providência com respeito ao fato já sabido de que a área diminuirá, não poderão estranhar que, em ano de eleições, o Feijão deverá ser um calcanhar de Aquiles da situação que será explorada ao máximo pela oposição.
Na mesma linha, surgiu a ideia de que, como não há proteína mais barata para ser acessada pelos consumidores, que alimento eles terão? Como não há política pública para amparar em caso de excedentes de produção, como fazer para garantir o lucro justo para o produtor?
Fonte: Ibrafe