Setor afirma que Ministério da Agricultura não tem tomado nenhum tipo de providência.
Aumentou o volume de negócios ontem, mantendo a média da semana. Negócios ocorreram em Goiás entre R$ 250 e R$ 260, mais ICMS, ou ainda em Minas Gerais entre nota 7 R$ 225 e nota 9 R$ 273, por saca de 60 quilos.
A insegurança que alguns produtores têm pode ser vencida com informação. A insegurança sobre plantar ou não gerará dois resultados. Um deles é que os preços podem subir mais do que o esperado.
- Bode dando leite? Entenda o fenômeno da ginecomastia caprina
- VEM AÍ: Monte Sião Haras apresenta uma de suas promessas para as pistas de vaquejada do Brasil
- Ministro André de Paula se reúne com presidentes das Câmaras Setoriais para discutir demandas do agronegócio
- Acordo entre EUA e Irã redesenha o Oriente Médio: Irã sai ganhando, rivais acendem alerta
- Mapa firma Protocolo de Intenções com a Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo para fortalecer a inovação agropecuária
Como a área da primeira safra do ano já aponta para diminuição, os valores praticados tendem a ser interessantes. O outro é menos glamoroso. Haverá agravamento do déficit alimentar. Nós do setor podemos defender que, como o Ministério da Agricultura não tem tomado nenhum tipo de providência com respeito ao fato já sabido de que a área diminuirá, não poderão estranhar que, em ano de eleições, o Feijão deverá ser um calcanhar de Aquiles da situação que será explorada ao máximo pela oposição.
Na mesma linha, surgiu a ideia de que, como não há proteína mais barata para ser acessada pelos consumidores, que alimento eles terão? Como não há política pública para amparar em caso de excedentes de produção, como fazer para garantir o lucro justo para o produtor?
Fonte: Ibrafe