Com a paridade de exportação sustentada acima de R$90/sc e olho na demanda internacional, mercado doméstico permanece retraído aguardando avanço da colheita e melhora da oferta.
A saca do milho em Campinas/SP recua para R$87,50 seguindo o movimento de acomodação do mercado doméstico. Na B3, o dia foi de queda para os futuros do cereal e o vencimento para jul/22 desvalorizou 0,86%, sendo precificado em R$ 91,31/sc.
Em Chicago, os futuros do milho encerraram a quarta-feira próximo da estabilidade com os agentes avaliando a negociação Brasil-China e as negociações entre ONU e Rússia para liberação das exportações ucranianas. O vencimento para jul/22 ficou cotado a US$ 7,72/bu, valorização diária de 0,06%.
Boi Gordo
A pressão dos frigoríficos seguiu acontecendo e dessa vez a efetivação de alterações se deu em São Paulo, o preço do boi gordo paulista passou por um reajuste de -3,27%, com isso a arroba passou a ser negociada em média por R$ 295,00, o menor patamar de 2022. Na B3 o futuro com vencimento para mai/22 encerrou o dia cotado a R$ 309,90/@, com uma valorização de 0,26% no comparativo diário.
O atacado paulista seguiu sem movimentações significativas, com as vendas sendo consideradas entre razoáveis e muito fracas de acordo com os diferentes cortes e de maneira geral os produtos continuam a ser escoados com maior dificuldade quando comparado ao início do mês. A carcaça casada se manteve estável, sendo negociada em média por R$ 19,00/kg.
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Soja
Com a queda dos futuros em Chicago, os preços da soja recuam no mercado físico brasileiro. Em Paranaguá/PR, a oleaginosa é comercializada na média de R$ 190,50/sc.
Influenciado pelos seus derivados, os futuros de soja fecharam a quarta-feira em queda na CBOT. Com isso, o vencimento para jul/22 recuou 0,71% e ficou cotado a US$ 16,81/bu.
Fonte: Agrifatto