Milho se afasta dos R$ 100/sc e traz alívio ao mercado

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espiga de milho
Foto: Divulgação

A tensão do mercado com a greve dos caminhoneiros deixou o mercado do cereal travado mantendo os preços em Campinas/SP no patamar de R$ 93,00/sc.

A tensão do mercado com a greve dos caminhoneiros deixou o mercado do cereal travado mantendo os preços em Campinas/SP no patamar de R$ 93,00/sc. Já na bolsa brasileira (B3) o dia foi de estabilidade nas cotações dos futuros, o vencimento setembro/21 encerrou o dia valendo R$ 92,69/sc, queda de 0,02%.

Em clima de pré-relatório do USDA, com expectativa de elevação da produção e dos estoques norte-americanos, os futuros do cereal em Chicago encerraram o pregão recuando. O contrato setembro/21 registrou desvalorização diária de 0,45% valendo US$ 4,96/bu.

Boi Gordo

Se há uma semana a preocupação era a EEB, desta vez o receio veio com a possibilidade de greve dos caminhoneiros e paralisações em diversas rodovias. Diante disso, as negociações continuaram em baixo volume, com a referência em São Paulo para efetivação em torno dos R$ 300,00/@. Na B3, o contrato com vencimento para outubro/21 passou por desvalorização de -2,10% no comparativo diário, e fechou a cotação em R$ 298,65/@.

Em razão a movimentação das manifestações dos caminhoneiros, o fluxo de vendas fica incerto pelos relatos de bloqueios em rodovias federais de todo o país. O receio que pairou durante a quinta-feira era de realizar o deslocamento de mercadorias e elas ficarem retidas por tempo indeterminado.

Com isso o mercado atacadista de carne bovina atuou bastante de maneira especulativa e com incertezas, o referencial da carcaça casada bovina continuou a R$ 19,30/kg.

Soja

Os suportes dos prêmios de exportação minimizaram o recuo dos preços internacionais da oleaginosa e do dólar que voltou para R$5,23 no final do dia, com isso o preço da soja em Paranaguá/PR recuou para R$ 170,00/sc.

Enquanto o mercado aguarda o relatório mensal de oferta e demanda do USDA, que sai amanhã, os futuros da oleaginosa caem na CBOT, as expectativas do mercado são de maior disponibilidade da soja americana, devido a reduções nas exportações e aumento da produção nos EUA. O contrato setembro/21 encerrou o dia em US$ 12,58/bu, recuo de 0,94%.

Fonte: Agrifatto

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