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MST ameaça parar o Brasil e faz policiais de reféns; veja vídeo

Policiais são rendidos por integrantes do MST durante protesto; Manifestação acontece na PR-170, no distrito de Entre Rios, em Guarapuava; Polícia afirma que integrantes do MST continuam nas proximidades

Dois policiais do 16º Batalhão de Polícia Militar (16º B.P.M.) foram rendidos por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) durante manifestação, nesta quinta-feira (19), na PR-170 – os protestos acontecem no distrito de Entre Rios, em Guarapuava. Os dois agentes de segurança estão bem e a pista está liberada neste momento – veja o vídeo abaixo. Leniência do Governo Federal com o grupo do MST causa revolta no setor produtivo.

A manhã desta quinta foi de tensão na rodovia PR-170, em Guarapuava, região central do Paraná. Por aproximadamente três horas, membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) interditaram a via, causando transtornos aos motoristas. O congestionamento atingiu cerca de 6 km no sentido Pinhão e 3 km no sentido Guarapuava.

Em um esforço para desbloquear a rodovia, dois policiais do 16º Batalhão de Polícia Militar iniciaram uma negociação com os manifestantes. No entanto, a situação se agravou quando esses oficiais foram agredidos e temporariamente removidos da cena pelo pescoço. Felizmente, foram liberados pouco depois e não apresentam ferimentos.

Após o incidente, a pista foi reaberta ao tráfego. Contudo, a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) alerta que, apesar da liberação temporária, os manifestantes continuam acampados em um barracão próximo ao local da interdição. A presença deles sinaliza a possibilidade de novos bloqueios na região. A situação segue sendo monitorada pelas autoridades.

O MST alega que a manifestação tem o objetivo de pressionar o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária do Paraná (Incra) a tomar medidas efetivas para a reforma agrária na região. A rodovia foi liberada, mas cerca de 200 integrantes permanecem nas proximidades, e segundo a Polícia Militar, podem bloquear a estrada novamente.

Presidente da FPA se manifesta nas redes sociais

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), se manifestou sobre a situação nas redes sociais. Chamando atenção para o grande problema instalado pelo MST no Governo Lula. Lembramos ainda, a grande leniência com que as autoridades vem tratando a questão.

“Uma barbaridade em Guarapuava, Paraná! Um grupo de bandidos dos Sem Terra, supostamente pedindo reforma agrária, pegam dois policiais militares que pacificamente tentavam liberar a estrada, chegam a carregar e ameaçar os agentes de sequestro. Isso é terrorismo! Um absurdo total!”, escreveu.

Confira a nota da Polícia Militar do Paraná sobre a situação envolvendo o MST:

Informamos que na data de 19 de outubro de 2023, após nova interdição da rodovia PR 170, próximo do km 390, por integrantes do Movimento Sem Terra (MST), uma equipe deslocou até local e de maneira pacífica pediu para que os manifestantes liberassem a via, que é a única estrada de acesso a cidade vizinha de União da Vitória, sendo repassado aos manifestantes que há uma Liminar de Interdito Proibitório emitida pela 1ª Vara da Fazenda Pública de Guarapuava proibindo o bloqueio da via.
Em momento posterior, conforme pode ser visto em vídeos que circulam pelas redes sociais, utilizando de força e agressão, os manifestantes retiraram a equipe policial do local. Os policiais envolvidos na ocorrência passam bem, nenhum deles foi feito refém e já se encontram na sede do 16º BPM
.”

MST nega agressão e diz que notícia é falsa; confira

“É falsa a informação que circula em redes sociais de que o MST teria feito policiais reféns na manhã desta quinta-feira (19), em Guarapuava (PR). Cerca de 300 camponesas e camponeses Sem Terra bloqueavam parcialmente a PR 170, em Guarapuava, para cobrar uma resposta do INCRA-PR sobre a regularização fundiária de 14 comunidades da Reforma Agrária e de posseiros da região. As comunidades estão localizadas nos municípios de Inácio Martins, Pinhão, Reserva do Iguaçu e Guarapuava, em 75 mil hectares de terras griladas por grandes proprietários. Cerca de 2 mil famílias camponesas vivem nas comunidades, algumas há mais de 30 anos, à espera da formalização dos assentamentos. Os trancamentos começaram a ocorrer na tarde desta quarta-feira (18), com liberação do tráfego a cada 30 minutos e abertura imediata para ambulâncias e serviços de saúde em geral. Por volta das 10h30 da manhã desta quinta-feira, após diálogo com o Incra e a Polícia Rodoviária Estadual, a via foi totalmente liberada. Uma reunião foi marcada para a tarde desta sexta-feira (20), em Guarapuava, com representantes da Ouvidoria Agrária Nacional, da Ouvidoria Agrária estadual e do Centro Judiciário de Soluções de Conflitos (Cejusc) do Tribunal de Justiça do Paraná”.

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