AMAGGI revela números gigantes e mostra como se tornou uma das maiores potências do agronegócio mundial; números apresentados no Relatório ESG 2025 impressionam logo nas primeiras páginas
A maior trading de grãos 100% brasileira acaba de mostrar o tamanho do seu jogo. O conceito “Beyond Commodities” não é apenas um slogan corporativo, mas uma estratégia que conecta produção, armazenagem, logística, indústria, portos e mercado internacional, tendo a sustentabilidade como um dos principais diferenciais competitivos. Em um momento em que os compradores globais exigem cada vez mais rastreabilidade e responsabilidade ambiental, a AMAGGI demonstra que produzir mais, abrindo menos áreas, é o caminho que escolheu seguir.
Os números apresentados no Relatório ESG 2025 impressionam logo nas primeiras páginas. Em apenas um ano, a companhia registrou faturamento de US$ 8,5 bilhões e movimentou 22,5 milhões de toneladas de grãos e fibras. Trata-se de uma estrutura capaz de conectar o interior do Brasil aos principais mercados consumidores do planeta, consolidando a empresa entre as maiores forças do agronegócio nacional.
Essa dimensão também aparece na produção própria. A AMAGGI colheu mais de 1,9 milhão de toneladas de soja, milho e algodão, resultado obtido em uma área cultivada de 386 mil hectares distribuídos em 13 unidades agrícolas. Paralelamente à produção, a companhia mantém mais de 183 mil hectares de áreas protegidas entre Reservas Legais, Áreas de Preservação Permanente (APPs) e ativos florestais, reforçando a estratégia de crescimento baseada na conservação ambiental.

Outro investimento de destaque foi o anúncio de R$ 120 milhões para a construção de uma moderna fábrica de bioinsumos em Cuiabá (MT). A unidade terá capacidade para produzir cerca de 3,4 milhões de litros anuais de bioestimulantes e biodefensivos, fortalecendo práticas de agricultura regenerativa e reduzindo a dependência de insumos convencionais.
Mas talvez um dos maiores diferenciais da AMAGGI esteja justamente na integração de todas as etapas da cadeia produtiva. A empresa planta, colhe, armazena, industrializa, transporta e exporta sua produção utilizando uma das estruturas logísticas mais robustas do agronegócio brasileiro.

Pelas hidrovias, a operação impressiona. São 311 barcaças, 26 empurradores e nove terminais portuários formando uma verdadeira espinha dorsal logística que permite levar os grãos do Centro-Oeste aos portos brasileiros com maior eficiência, menor custo e menor emissão de carbono.
Na logística terrestre, a vantagem competitiva também chama atenção. A frota própria reúne 984 caminhões, dos quais 101 já operam utilizando biodiesel BIOO, contribuindo para reduzir emissões, aumentar a previsibilidade do transporte e garantir maior eficiência no escoamento da produção, especialmente nos estados de Mato Grosso e Rondônia.

A expansão logística continua avançando. Em 2025, a empresa integrou o consórcio vencedor do leilão do terminal PAR25, no Porto de Paranaguá (PR), empreendimento que deverá receber investimentos superiores a R$ 1 bilhão e ampliar ainda mais a capacidade de exportação da companhia.
Os reconhecimentos internacionais apresentados no relatório mostram que a sustentabilidade deixou de ser apenas uma agenda institucional para se tornar um diferencial de mercado. A AMAGGI tornou-se a primeira produtora e trader brasileira de grãos e fibras a obter a validação de suas metas climáticas de curto prazo, Net Zero e FLAG pela Science Based Targets initiative (SBTi), uma das certificações mais respeitadas do mundo em descarbonização.
A empresa também conquistou nota “A” no CDP Florestas, posicionando-se entre as melhores empresas do planeta em transparência ambiental, além de liderar, pelo quinto ano consecutivo, o ranking Forest 500 no setor da soja, referência global na avaliação de compromissos contra o desmatamento.

A rastreabilidade é outro ponto forte. Segundo o relatório, a companhia mantém 100% de rastreabilidade dos fornecedores diretos de grãos e já alcançou 68% de rastreabilidade dos fornecedores indiretos localizados nos biomas Amazônia e Cerrado, reforçando o compromisso com cadeias livres de desmatamento e conversão de áreas nativas.
A estrutura humana da empresa acompanha a dimensão da operação. Atualmente, a AMAGGI emprega 9.857 colaboradores diretos, distribuídos em operações presentes em 11 estados brasileiros e oito países. O investimento em qualificação também cresceu, com avanço expressivo das horas de treinamento por colaborador e programas voltados ao desenvolvimento de lideranças.
O compromisso social aparece por meio da Fundação André e Lucia Maggi, que investiu R$ 6,06 milhões em projetos voltados à agricultura familiar, empreendedorismo, educação e qualificação profissional. Ao longo do ano, as iniciativas impactaram diretamente 10.099 pessoas em 19 municípios brasileiros.
Ao reunir produção agrícola, indústria, armazenagem, hidrovias, rodovias, portos, comércio internacional e uma agenda ESG reconhecida globalmente, o Relatório ESG 2025 evidencia que a AMAGGI construiu uma operação muito maior do que uma simples trading de grãos. Os números revelam uma empresa que integra praticamente toda a cadeia do agronegócio e que transforma escala, logística e sustentabilidade em vantagens competitivas para disputar os mercados mais exigentes do mundo.
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