Com mais de R$ 700 milhões já intermediados, a ConsulttAgro oferece crédito rural com juros a partir de 3% ao ano e prazos de até 15 anos para pagar; confira as condições e como contratar
O lançamento do Plano Safra 2026/27, anunciado pelo governo federal como o maior da história para a agricultura empresarial, já enfrenta duras críticas do setor produtivo. Em nota oficial, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) afirma que, apesar da divulgação de números recordes, houve redução efetiva dos recursos destinados ao crédito rural tradicional, especialmente para custeio e comercialização — justamente as modalidades que sustentam o plantio, a compra de insumos e a manutenção da atividade nas propriedades.
Segundo a entidade, o novo Plano Safra representa uma diminuição de R$ 29,6 bilhões em relação ao ciclo anterior quando desconsiderados fundos incluídos na composição dos números. A bancada também chama atenção para a redução dos recursos equalizados, cortes em programas importantes como o Moderfrota e o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), além do novo contingenciamento do Seguro Rural, em um momento em que o produtor enfrenta maior exposição aos riscos climáticos.
Embora reconheça o esforço do governo para reduzir parte das taxas de juros das linhas oficiais, a FPA avalia que as medidas não resolvem o principal problema enfrentado atualmente pelo setor: a dificuldade de acesso ao crédito. O cenário é agravado pelo elevado endividamento de parte dos produtores, pelo aumento da seletividade dos bancos e pela redução dos recursos subsidiados disponíveis para financiamento.
Na prática, produtores de diferentes regiões do país relatam um ambiente cada vez mais complexo para viabilizar investimentos e custear a próxima safra. Além dos juros elevados em diversas modalidades de crédito, instituições financeiras passaram a exigir mais garantias e ampliar os critérios para aprovação das operações, tornando o processo mais lento e restritivo.
Essa realidade se soma a outros desafios enfrentados pelo agronegócio nos últimos meses. Oscilações climáticas, queda nos preços de importantes commodities, aumento dos custos de produção, conflitos internacionais que pressionam fertilizantes e logística e um ambiente econômico ainda marcado por juros elevados reduziram a margem financeira de muitos produtores.
Diante desse cenário, cresce a procura por alternativas capazes de complementar ou até substituir parte das linhas tradicionais oferecidas pelos bancos. Mais do que encontrar recursos, produtores buscam soluções financeiras que permitam manter investimentos, preservar o fluxo de caixa e planejar o crescimento da atividade.
É justamente nesse contexto que a ConsulttAgro vem ampliando sua atuação no mercado. Especializada em consultoria financeira para o agronegócio, a empresa trabalha na estruturação de operações de crédito para agricultura, pecuária e demais segmentos do setor, conectando produtores a linhas compatíveis com o perfil de cada negócio.
Com mais de R$ 700 milhões já intermediados em operações para o setor, a ConsulttAgro auxilia produtores a identificar as melhores oportunidades de financiamento disponíveis, de acordo com o perfil da atividade e os objetivos de cada projeto.
Segundo Gabriela Rodrigues, sócia da empresa, muitos produtores deixam de investir porque acreditam que não possuem acesso a linhas compatíveis com sua realidade.
“Existe uma percepção de que o crédito está cada vez mais difícil, mas o que observamos é que muitos produtores simplesmente não conhecem todas as alternativas disponíveis. Nosso papel é estruturar operações que façam sentido financeiramente e permitam que o investimento aconteça de forma sustentável”, explica.
Dependendo da modalidade e das características da operação, a empresa consegue estruturar financiamentos com juros a partir de 3% ao ano e prazos que podem chegar a 15 anos para pagamento.
Para Tainara Casagrande, sócia da ConsulttAgro, o produtor não deve olhar apenas para a compra de novas áreas quando pensa em crescimento.
“Muitas vezes o melhor investimento está dentro da própria porteira. Melhorar a infraestrutura, investir em tecnologia, ampliar a capacidade produtiva ou corrigir gargalos operacionais pode gerar retornos tão importantes quanto a aquisição de uma nova propriedade. Tudo depende dos objetivos de cada produtor”, afirma.
Ela destaca que, em diversas situações, a combinação entre aquisição de terras e investimentos na área já existente pode representar a estratégia mais eficiente para acelerar o crescimento do negócio rural.
“O produtor que consegue acessar crédito de forma planejada ganha capacidade de aproveitar oportunidades. Seja para comprar uma área vizinha, ampliar a pecuária, investir em irrigação ou modernizar a fazenda, o importante é que o recurso esteja alinhado ao projeto de longo prazo da propriedade”, acrescenta.
Em um ambiente cada vez mais profissionalizado, o crédito rural deixou de ser apenas uma ferramenta de custeio e passou a ser um instrumento estratégico para construção de patrimônio, aumento da produtividade e expansão sustentável das atividades agropecuárias.
E para os produtores que desejam crescer, seja adquirindo novas terras ou fortalecendo a estrutura da própria fazenda, o planejamento financeiro adequado pode ser o primeiro passo para transformar projetos em resultados concretos.
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