Além da disputa comercial entre EUA e China, a epidemia de peste suína africana e o menor volume de esmagamento da oleaginosa poderiam influenciar as cotações.
Os preços da soja devem continuar em alta nas próximas semanas, estima a consultoria Fitch Solutions. Mas, mesmo com tendência altista, a consultoria prevê que os contratos futuros da oleaginosa negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) tendem a continuar abaixo da resistência de US$ 10 por bushel.
“Além de questões de longa duração, como a disputa comercial entre Estados Unidos (e China), a epidemia de peste suína africana e o menor volume de esmagamento da oleaginosa, surgiram preocupações geopolíticas mais agudas que poderiam pesar sobre ativos de risco”, observa a consultoria.
A Fitch pondera, contudo, que a seca contínua na América do Sul em período de início da colheita e os indicadores técnicos que ainda apontam saldo vendido podem contribuir para impulso pontual das cotações.
- Veto a projeto de safristas pode causar “apagão” de mão de obra no campo, alerta Faesp
- BNDES financia nova fábrica de etanol de milho com R$ 500 milhões
- Oferta reduzida eleva preços do etanol
- Polícia Militar retira indígenas de propriedades rurais em Sidrolândia (MS)
- Produção brasileira de trigo pode recuar na safra de 2026
Na última sessão, os contratos da soja terminaram em alta, puxados pela expectativa de que o acordo entre Estados Unidos e China possa ser assinado na próxima quarta-feira, 15. O vencimento março ganhou 2,50 cents (0,26%) e fechou em US$ 9,46 por bushel.
Fonte: Canal Rural