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Previsão de inflação 2023 cai a 4,59%; avança a 3,92% em 2024

As instituições também mantiveram em 2,89% a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023.

As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus reduziram de 4,63% para 4,59% a previsão para a inflação medida pelo Indice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2023. A meta para a inflação no período é de 3,25%.

A previsão de inflação nos preços administrados – que são controlados por contrato ou pelo poder público – diminuiu de 9,59% para 9,38%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo Indice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) manteve-se em -3,55%.

Para 2024, as instituições financeiras elevaram de 3,91% para 3,92% a previsão para a inflação medida pelo IPCA. A meta para a inflação no período é de 3,00%.

A previsão de inflação nos preços administrados em 2024 diminuiu de 4,47% para 4,46%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo IGP-M subiu de 4,00% para 4,03%.

As instituições também mantiveram em 2,89% a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023. A projeção para 2024 ficou estável em 1,50%.

O BC estima que a economia brasileira crescerá 2,9% em 2023, segundo a edição mais recente do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), publicada em setembro.

A projeçãp para a taxa básica de juros (Selic) ao final de 2023 mantida em 11,75%. Atualmente, ela está em 12,25%, o que significa que o mercado espera um corte de 0,50 ponto porcentual (pp) até o final do ano.

Para 2024, a estimativa para a taxa Selic manteve-se em 9,25%. Há quatro semanas, a estimativa para a Selic ao fim de 2024 estava em 9,00%.

A projeção para a taxa de câmbio em 2023 ficou estável em R$ 5,00 por dólar, enquanto a estimativa para 2024 subiu de R$ 5,05 para R$ 5,08 por dólar. Quatro semanas atrás, a previsão para 2023 era igual, mas a estimativa para 2024 era menor, de R$ 5,05.

A previsão de superávit comercial em 2023 foi elevada para US$ 76,00 bilhões, de US$ 75,30 bilhões na semana passada. A balança comercial mede o resultado das vendas de bens ao exterior (exportações), menos as compras de bens do exterior (importações).

A previsão para o saldo em conta corrente – que reúne os resultados das transferências e das balanças comercial, de serviços e de renda – foi de déficit de US$ 38,00 bilhões, inferior ao saldo negativo de US$ 38,25 bilhões observado na semana anterior. A estimativa para o investimento direto em 2023 diminuiu para US$ 69,00 bilhões, comparada à projeção de US$ 70,00 bilhões da semana passada.

Para 2024, as instituições elevaram a previsão de superávit comercial para US$ 62,25 bilhões, de US$ 62,70 bilhões na semana passada.

A projeção para o saldo em conta corrente foi de déficit de US$ 46,50 bilhões, inferior ao saldo negativo de US$ 47,80 bilhões observado na semana anterior. A estimativa para o investimento direto em 2024 diminuiu para US$ 73,00 bilhões, comparada à projeção de US$ 74,62 bilhões da semana passada.

Fonte: Agência CMA

ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira

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