Raça Campolina: Padrões oficias da raça

Raça Campolina: Padrões oficias da raça

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Príncipe de Santa Amália. Foto Divulgação.

A criação de cavalos é uma cultura que já faz parte da humanidade, mas o que ainda deixa é a seguinte pergunta: “qual a melhor raça?”

Vamos abordar então uma dessas raças que é de encantar não só o seu criador, mas também aqueles que passam pelas exposições e cavalgadas e sempre soltam um “nossa que cavalo”. Isso mesmo, a raça Campolina é de tirar o chapéu e o melhor de tudo é que ela é brasileira.

Um pouco de História

A criação da raça Campolina iniciou-se ao final do século XIX no estado de Minas Gerais (alguns defendem que foi no Rio de Janeiro), por Cassiano Campolina. Durante mais de 70 anos a raça foi aperfeiçoada com o cruzamento de cavalos PSI, anglo-normando e Mangalarga Marchador.

Bella do Vovô, filha de Absoluto do Campo Novo X Naíra da Filó

Cassiano Campolina trouxe da cidade de Juiz de Fora uma égua preta, de nome Medeia, coberta por um Andaluz; poucos meses depois nascia um belo potro, sendo considerado o primeiro cavalo Campolina.

Principais características

De acordo com o padrão oficial da raça, o campolina é um cavalo:

  1. De porte grande
  2. Cabeça seca
  3. Perfil sub-convexo para retilíneo
  4. Olhar vivo
  5. Orelhas médias tendendo para longas
  6. Pescoço musculoso e rodado, tendendo para comprido;
  7. Crinas fartas e sedosas;
  8. Garupa ampla e longa, suavemente inclinada;
  9. Anca arredondada, cauda de inserção baixa
  10. O cavalo Campolina é dócil, tem uma beleza característica incontestável e seus movimentos harmoniosos tornam sua montaria nobre e confortável.
  11. O tamanho ideal do cavalo Campolina é de 1,58m para os machos, enquanto para as fêmeas a altura média fica em 1,52m, com peso médio de 500 kg, com andamento tipo Marcha.
  12. A pelagem é predominantemente baia ou castanha. Entretanto são aceitas outras pelagens e particularidades.
Foto Divulgação.

Em 1951 foi fundada a Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Campolina para direcionar os rumos da criação, ainda aceitando éguas e cavalos no Stud Book em registro de livro aberto, até o ano de 1966, quando se fechou definitivamente o registro para animais não filhos de Campolinas controlados pelo Stud Book.

Foto Divulgação.

Para saber mais acesse: Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Campolina.

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