Os recursos adicionais serão direcionados a operações de custeio agropecuário, comercialização, investimentos rural e agroindustrial e a programas do Prona
Anunciada, na última sexta-feira (20), pela Junta Orçamentária Executiva, do Ministério da Economia, a suplementação de mais R$ 1,2 bilhões para reforçar o Plano Safra 2021/22. No início deste mês de maio, o governo já havia sancionado o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 1/2022 que destinou R$ 868,5 milhões para equalização de juros no crédito rural. Entidades que representam o agronegócio e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) vinham pedindo mais recursos para o Plano Safra que valerá até junho. Um dos argumentos era o de que o aumento das taxas de juros no país acelerou o esgotamento das linhas de crédito com subvenção.
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Integrantes da bancada ruralista e técnicos do Ministério da Agricultura reuniram-se, na última terça-feira, com o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, para reiterar a demanda. “Nós sabemos que o agro é o maior setor da economia brasileira, e isso só é possível porque temos programas fortes. Sem o Plano Safra, a possibilidade de crédito ficaria inviabilizada e não seria possível produzir com segurança nesse país” disse, em nota, o deputado federal Sérgio Souza (MBDPR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária.
Os recursos adicionais serão direcionados a operações de custeio agropecuário, comercialização, investimentos rural e agroindustrial e a programas do Ministério da Agricultura como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).