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Rio Paraná vai receber mais de 1 milhão de peixes em fevereiro; veja as espécies

Ação em fevereiro faz parte do Programa de Manejo e Conservação da Ictiofauna da empresa, com objetivo de repovoar e garantir a diversidade de peixes de espécies nativas no Rio Paraná

A bacia do Rio Paraná abrange seis estados brasileiros e o Distrito Federal. É a bacia hidrográfica com a maior capacidade instalada de energia elétrica do país, com 57 grandes reservatórios e atendendo a maior demanda do país. A usina com maior capacidade instalada é Itaipu. Seus principais afluentes são os rios Grande, Paranaíba, Tietê, Paranapanema e Iguaçu. O crescimento de grandes centros urbanos, como São Paulo, Curitiba e Campinas, gera uma grande pressão sobre os recursos hídricos.

Pensando nisso, uma das líderes em geração de energia limpa no País, a CTG Brasil, realizará em fevereiro a soltura de 1,050 milhão de peixes das espécies curimbatá, pacu-guaçu e piapara, nos reservatórios das Usinas Hidrelétricas Ilha Solteira e Jupiá, no rio Paraná.

As solturas vão ocorrer em diferentes datas ao longo do mês, em pontos como os rios Sucuriú e São José dos Dourados, Vila dos Operadores e nos municípios de Santa Clara D’Oeste e Santa Albertina.

Com essa ação de fevereiro, vamos alcançar o total de 2,1 milhões de peixes soltos na bacia do rio Paraná que estão programadas para o ano de 2024. As solturas anteriores foram realizadas entre novembro e dezembro de 2023, mas já contemplavam o calendário deste ano”, explica o especialista de Meio Ambiente da CTG Brasil, Norberto Castro Vianna.

CTG Brasil vai soltar mais de 1 milhão de peixes no rio Paraná
Foto: Divulgação

As solturas fazem parte do Programa de Manejo e Conservação da Ictiofauna, realizado pela CTG Brasil com objetivo de repovoar e garantir diversidade de peixes por meio da produção e soltura de espécies nativas, com a autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Os peixes utilizados no programa de repovoamento são produzidos na Piscicultura da CTG Brasil, em Salto Grande (SP). No laboratório, além da produção de peixes, são desenvolvidas pesquisas em parceria com universidades.

“A soltura de peixes de espécies nativas é um modo de colaborar com o desenvolvimento desses ecossistemas, garantindo a reprodução e o estoque pesqueiro”, completa Vianna.

Desde 2016, quando a empresa assumiu a gestão do programa, foram soltos mais de 25 milhões de peixes nas bacias dos rios Paraná e Paranapanema.

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